segunda-feira, junho 29, 2009

russo

ainda com a cabeça naquelas três seguidas - assim, sem tirar - só o senhor (63 anos, atenção!), a guitarra e o povo:

two silhouettes, woman like you, in the night.

(houve mais, é certo. mas estas três, assim, da forma que foi. com tanto grito, tanta memória, e tanto dois(mil e um!) assim junto.

para (não) contar aos netos porque eles (não) vão entender (nada) isto!


sexta-feira, junho 26, 2009

whenever i get this way, i just don't know what to say

e ali taco a taco com o golden slumbers para o título mundial de "cantiga pequena demais", temos agora esta bizarre love triangle.

esqueçamos a versão original, a chamada peça de fábrica, que não é para aqui chamada. é coisa doutra fibra, é coisa do tempo em que havia luzes psicadélicas, do tempo do pré-strobe.

debruçemo-nos (assim com os bruços todos) antes nesta versão dos frente (frente, bruços, isto está tudo ligado).

coisa mai linda.

pela vossa saudinha, dediquem os vossos ouvidinhos a esta versão e concordai (nem que seja um gentil e silencioso abanar de cabeça «sim, senhor, o miúdo tem razão») comigo que esta dos frente é pequenina demais.

eu por mim, era como no slumbers: repetia-se as estrofes mais duas ou três vezes.

mas lá está, quem sou eu?


ai, fosse eu o george martin e outro galo cantaria

sou francamente contra o facto do golden slumbers estar coladinho ao carry that weight, lá no estrada da abadia.

obviamente, já me estou cagando e marimbando por outro facto também ocorrido lá na mesma estrada. falo do the end estar preso ao referido carry that weight.

mas voltemos ao mesmo golden slumbers. é gosto tanto dela, do piano - estranhamente até gosto dos violinos e tal - do paul, de tudo!

mas caramba, é tão pequenina, pá!

fosse eu o jorge martins lá da produção da émái e a coisa piava doutra forma:
- pxé, meninos, vamos lá a parar com esta fantochada. menino paulinho, menino joão, já ali para o canto escrever mais duas ou três estrofesitas para o raio da canção. ou então, decidam-se, cantam repetidamente por mais duas vezes as que já estão escritas. agora colar isto à fanfarra do carry that weight é que não! entendidos?
- ok george!


salve ó rei da pop...

... os rabinhos e as mãozinhas dos meninos descansam agora em paz.



(música com título deveras sugestivo)

morreu a rainha da pop pop

quinta-feira, junho 25, 2009

mitos urbanos

é oficial: o eduardo da conquilha, consegue ter piores empregados que a portugália (arroios).

(e não me fodam, já lá vai o tempo em que se comia lá bem. é melhor o mito que o rito.)


quarta-feira, junho 24, 2009

steppin' out

é daquelas que têm aquele ritmo especial, aquele pedal que eu adoro, e que tanbém encontro no keep passing the open windows ou no breakthrough.

mas eu não gosto nada do breakthrough e o keep passing the open windows não é para aqui chamado.

esta é daquelas que mereceu ser ouvidas num descapotável, altos berros e com o vento a bater-nos nas trombas.

(por outro lado, num descapotável o som não é tão bom)

e eu adoro esta canção. recorda-me estranhamente um cliente, num emprego que tinha quando andava na faculdade (ó luis, recorda-me o miguel e a sofia taveira, imagina lá tu).

eu acho que só hoje, já a ouvi umas 9 vezes, assim, seguidinhas, sem tirar a tolinha, nem nada!

steppin' out into the night
into the light....






só p'ra dizer

era domingo, estava um calor do catano e acordámos às tantas.

o comando da aparelhagem tinha lá um botão dos pequeninos com uma setinha. ela lá carregou no dito cujo. aosdespois, dumas caixas com uns altofalantes, saíram uns sons e uma senhora começou a cantar.

a moça que havia carregado no botão lá do comando ia cantando ao mesmo tempo que a senhora dos altofalantes também cantava.

e depois.... bom..... depois fomos almoçar um peixinho ao gonçalves.

(faz hoje anos)

sexta-feira, junho 05, 2009

sabes que começou no a - ah ah ah! e a seguir vem o e - eh eh eh, inteligente é com o i...

recebo via mail as fotos das mamas da ana malhoa na playboy.

fizeram-me recordar o 11 de setembro e as obras lá da minha casa.

primeiro porque têm o formato daquele prédio que levou com uma cena qualquer esquisita em cima. sim, têm um formato pentagonal.

e depois porque até os meus pedreiros (dou o contacto caso queiram) faziam obras (refiro-me aos tetos) melhores que aquelas.

duas notinhas mais:

1) aquilo já vai no número 3 e continua a não haver grelo à vista. confirmem-me as mulheres que lêem isto, é suposto vocês terem vagina, não é? é que isto começa a ser francamente estranho. temo que um brasileiro abra, sem querer - ou mesmo querendo -, uma playboy portuguesa na esperança de vir encontrar mulheres ainda com buço e acaba por ver que as mulheres portuguesas nascem sem genitais. é que aquilo está de tal forma escondido (ou photoshopado) que nem grelo, nem fresta, nem nada. nicles. vêem-se a bilha e as mamas e já é um pau!

2) meu caro zé malhoa, não te zangues comigo. sei que és alheio àquela cena das mamas pentagonais.

odeio agrafes

(isto é francamente a sério)

sou completamente contra o uso indevido e gratuito dos agrafos. por tudo e por nada se agrafam coisas.

folhas que se sabe só irão ficar juntas durante três horas, tunga, agrafe nelas.
folhas que se sabe teremos que as separar para fotocopiar ou assim, tunga, agrafe nelas.
...

não entendo, não respeito esse pensamento tosco que é esta vontade de furar o pobre e sofredor papel que sem ter encomendado nada leva com dois buracos no cantinho. isto claro, quando se lembram de agrafar no cantinho. muitas vezes, dão-lhe com o agrafo ali, no meio, mesmo para fornicar e impedir a correcta abertura das páginas.

e quando agrafam na diagonal? ai que irritação!!!!!!! será que nunca ninguém verificou que a ideia é aquilo servir como lombada? já repararam que os senhores livreiros nunca colocam as lombadas no canto superior esquerdo mas sim, ali, na parte lateral toda? então porque raio se agrafam as coisas na diagonal? ai, a velhota de administração e comércio do nono ano é que deve andar a dar voltas no caixão. bem, não deve dar muitas porque ela era roliça e, na certa, não haveria muito espaço para cambalhotas.

comparo uso dos agrafes ao uso abusivo do telefone, do telemóvel, do mail, do messenger, do tuiter (sei lá bem como é que isso se escreve), do face, do hi5, desta trampa toda!

o problema é que o agrafe já tem umas pelas dezenas de anos e continuam ali, clac, clac, clac a abusar dele!

morte ao agrafe, viva o clip!

terça-feira, maio 26, 2009

depois admirem-se

uma menina de 3 anos, envergando unicamente uma t-shirt e uma fralda, foi encontrada a vaguear sozinha pelas ruas de faro.

o resto do país comenta, noticia, preocupa-se e faz posts sobre uma coisa estranha* que aconteceu entre dois licenciados em direito num telejornal da tvi.

está bem!

*não me ocorre mais palavra nenhuma para caracterizar o que ali sucedeu.

segunda-feira, maio 25, 2009

you tube na idade da pedra

eu gostava muito de ter no youtube, por mais ranhoso que fosse:

- um video do falling da j. geils band,
- um video do phill lynnot a cantar o sarah,
- um video do crazy rhythm pelo tony bennett

haveria mais. mas por hoje já animava.

senses working overtime

and all the world is buiscuit-shaped!


quinta-feira, maio 21, 2009

vodka, loucura e morte

nalguns círculos a história é por demais conhecida. noutros nem por isso. por ser hoje o dia que é, a pedido de várias famílias, cá estou eu a divulgar a coisa. meninos e meninas pequenininhas, vão para dentro, não leiam. pai, mãe, vós sabeis que eu sempre fui um valente aldrabão, não acreditem nisto por favor.

o luís estava prestes a fazer anos e
há já alguns dias andava a congeminar com o rui a realização do evento. no dia festivo, terminadas as aulas matinais, lá fomos os três, avenida de roma abaixo, até à charcutaria que havia (ainda há?) ali para os lados do hotel roma, antes da nanni strada.

com o ar mais machão e adulto que os nossos dezasseis anos podiam evidenciar, atacámos o charcuteiro:

- isto, a níbel de vodka, acha que é melhor o eristoff ou o smirnoff?
enquanto esfregava com um pano as maçãs expostas nas caixas da entrada, tirando delas o mais forte brilho que a casca pudesse dar, o senhor respondeu sem olhar para nós:
- smirnoff.

entreolhámo-nos os três e o aniversariante sentenciou:
- então é uma garrafa de smirnoff... (silêncio) ...e já agora duas garrafas de litro de tri-naranjus... (silêncio) ...e se tiver frescas ainda melhor.
- e se tiver uma garrafa vazia de água, daquelas grandes, também agradeço.

continuou a lustrar as maçãs e avisou:
- as garrafas de trinaranjus só saem com depósito.
- ahhh, nós pagamos. e prometemos que
aosdespois as vimos cá trazer!

excitadíssimos, subimos a avenida de roma em direcção aos relvados da estados unidos, não para jogar mais uma jogatana mas, desta vez, para uma celebração etílica.

feitas as devidas misturas na garrafa vazia de água, toca a acompanhar algumas das sandes que tínhamos connosco, com valentes (deci)litradas de vodka laranja.

a medo, também eu experimentei: - eh pá mas então é só isto? isto afinal não custa nada. e é docinho e tudo, caramba!

e toca a emborcar.

que maravilha!

minutos mais tarde, também a cristina, que morava relativamente perto, juntou-se à festa e deu connosco uns goles.

jóinha!

estava tudo ali na maior. tudo ainda dentro da maior lucidez. afinal aquilo não custava nada!

aproximava-se as 13 horas e aqui o bom do pedro ficou incumbido de fazer regressar as garrafas à charcutaria e receber o dinheiro do vasilhame. tranquilo. lá foi o rapaz.

e aqui é que começa realmente o filme. no regresso, ali pelos lados da sinfonia começa-se a ver que afinal a bebida parecia o vinho da marinha. aquilo começou a emarinhar-se por ali acima e a cabeça, ali pelos lados do café luanda, já estava com os platinados todos marados.

quando cheguei ao nosso rainha, no pátio junto do bufete, estava um pequeno caos com alguns dos companheiros de ritual já meio mandados abaixo, resultado daquele combate contra as garrafitas.

a primeira aula da tarde era de geografia. a professora era uma gaja nova, minorquinha, madeirense, de franjinha, com um aspecto assim, meio militante do chapitô. era uma bacana.

numa das filas, sentou-se na frente o tó, seguido por mim, o rui e o luís. assim, bonitinhos.

a aula, para variar, estava num alvoroço do caneco. todo o povo a falar, todo o povo levantado e a professora, coitada, a tentar explicar onde ficavam aqueles países africanos com nomes esquisitos.

a fila terrível, estava a ser comandada pelo tó. ele, segurava as rédeas daqueles outros três, que por aquela altura deviam já ter mais álcool que sangue dentro das veias. e desata o tó a iniciar uns movimentos de break dance prontamente imitados pelo trio de bêbados que se sentavam atrás dele. ou era um simples levantar de braço, assim a imitar o movimento duma cobra com um estalo de ombro a passar o movimento para o parceiro de trás ou era outra coisa qualquer que os outros copiavam, quase como as coreografias dos filmes da esther williams. no fundo aquilo era arte!

mas a desgraça estava a chegar. quando a professora exige que achandremos os cavais, mandando o tó para o fim da fila, decido eu avançar uma casa como no jogo da glória. deu-se a morte do artista: foi ver eu a levantar-me e um valente jacto de greg espalhar-se ali desde o estrado até ao quadro.

tudo de boca aberta num espanto do caraças, silêncio total. os olhos dos colegas na professora e em mim e às tantas há uma pessoa que se levanta, pega em mim, aponta o dedo à professora e diz-lhe: mande chamar uma empregada que limpe esta gaita. deixe o miúdo comigo.

a pessoa em questão era o augusto.

abro aqui um parêntesis para explicar do que realmente falamos quando falamos do augusto. o augusto tinha mais um ou dois anos que nós mas era cerca de 50 centímetros mais alto e 50 quilos (mínimo) mais pesado. era o gordo da turma. morava nos coruchéus, estava na nossa turma desde o início e costumava vangloriar-se que à noite, lá no bairro dele, andava sempre com uns gangs que eram uns terrores. assim, pela boca dele, aos 13 anos já tinham destruído com correntes, dezenas de pára-brisas; já tinha visto morrer, eventualmente nos seus braços, milhares de companheiros de rua que tinham sucumbido vergados pelo peso da droga e
já não tinha conta as pessoas lá do seu gang que estavam presas pelos delitos cometidos. limpava as lentes dos óculos com notas de vinte «ó puto, isto é o melhor para se limpar!», amava filmes de guerra «no ano do apocalipse now, mais nenhum filme ganhou óscares. foram todos para o apocalipse now. aliás, foi com esse filme e com o oficial e cavalheiro» e tinha uma perdição pelo monte cassino.

bom adiante.

a verdade é que tal como um soldado tira um camarada do teatro das operações, também o augusto decide pegar em mim, assim de lado como quem carrega um tronco debaixo do braço, entrando comigo no wc das miúdas «sai toda gente que eu trago aqui uma pessoa em coma!», enfia-me a cabeça numa sanita e desata a vociferar frases moralista-abarco depreciativas:

- vomita cabrão, vomita! deita tudo cá para fora, meu cabrão!

ou

- eu estou aqui a assistir ao começo do teu fim. sim, isto é o começo da tua morte.

ou

- ... e a seguir a isto - vomita, meu cabrão! - vem a droga. vi milhares como tu a morrer no meu bairro. vomita meu cabrão!

e mesmo que eu, pendurado de cabeça para baixo como são paulo, gritasse «ó auguuuuusto, não sai mais», ele nada fazia. continuava a gritar e a abanar-me fazendo de mim, da minha cara e cabelo uma real imitação daqueles cães boxers que preenchem o focinho com litros de baba.

visivelmente nervoso, o augusto deposita-me num dos bancos do pátio, rouba-me um cigarro, - assim como quem recebe um subsídio por despesas de representação - que acende e fuma enquanto que uma contínua (uma querida) se agacha e me pergunta:

- vomitaste?
- ssssssssssssssiiiiiiiimmmmm. - um sim dito quase a morrer.
- bebeste algum sumo?
- ssssssssssssssiiiiiiiimmmmm...
- pois, se calhar estava fresco e parou-te a digestão, coitadinho.

e o augusto abanava repetidamente a cabeça como quem diz «pois, pois, agora foi o suminho»

e mais uma viagem com o augusto, desta vez até ao bufete, para me obrigar a beber um café sem açucar. abre-me a carteira, saca dinheiro para pagar dois cafés (lá está a tal história das despesas de representação) e pede um café para ele e outro para mim, obrigando-me a beber o café frio e sem açucar enquanto fumava mais um dos meus cigarros:

- faz-te melhor assim. aguenta meu cabrão!

bom, a verdade é que depois tivemos um providencial furo de duas horas por causa da falta da professora de contabilidade e fomos, já num bando maior, novamente para o relvado da estados unidos da américa, ressacar os três meninos bêbados como um cacho, enquanto que outros colegas tentavam demover o augusto a levar-me para casa:

- ó pá, não vês que depois os pais dele descobrem?
- é bom que descubram. quer os pais do jaime, quer os do luis e os do rui. eles daqui a seis meses estão arrumados e já metidos na droga. isto é o início do fim!

conseguiram convencê-lo. seguiram-se mais umas cenas deprimentes num café da rio de janeiro. outras mais serenas lá nos relvados mas no fim ninguém morreu.

um deles, o luís, faz hoje 40 anos.

esta história aconteceu há 24.

que me lembre, eu nunca mais toquei em vodka.

(parabéns, cabral!)

quarta-feira, maio 20, 2009

i was born to be with you in this space and time

eu um dia venho aqui explicar porque é que eu acho que o no line on the horizon é assim uma espécie de tusk ou de exile on the main street.

(isto, não parecendo, é um elogio)

quem sabe, quem sabe.
..

segunda-feira, maio 18, 2009

surfistas

como não existiam ipods, como não havia arjã para o comprar caso houvesse, como não havia pleisteixãns, como não havia uii's, como não havia nada, algures em meados dos oitenta, pedi ao meu pai para me fazer um placard.

ora, estranhamente, o meu pai até concordou com a coisa. e assim, lá fomos os dois, até à estância da azinhaga do carrascal comprar uma grande placa de esferovite. em casa encontrámos duas ripas - nem queiram saber a tralha que aquela casa conseguia acolher - que serviram para sustentá-la e segurá-la na parede. e pronto, roubadas duas ou três dúzias de alfinetes lá da caixinha minha mãe, estava tudo ôpuã para lá serem colocadas as tralhas que eu bem entendesse.

se a memória não me falha a primeira vez que eu estive perante um placard foi em casa do colega que morava ali para os lados da gama barros. no seu quarto tinha um placard enorme, em cortiça, repleto de coisas relacionadas com o espaço. uma maravilha: foguetões, planetas, estrelinhas... coisas dessas. e até tinha um daqueles emblemas de coser no kispo, com o símbolo da nasa, que o pai lhe tinha trazido da américa.

gosto muito de dizer américa. estados unidos é farsola. américa tem outra cartonância, não me lixem!

e assim, no meu placard, não havia coisas das naves, mas por lá tiveram expostos: postais com autógrafos do carlos lopes, desenhos, bilhetes de cinema, fotografias, bilhetinhos escritos à mão... e por aí fora.

neste fim-de-semana, ao rever fotografias antigas, em casa de velhos amigos, olhei para um um cartoon que o dono da casa habitualmente fazia nos seus cadernos. aquele que eu vi no sábado, salvo erro, tinha sido oferecido à sua namorada e, imagine-se, passados 25 anos

há histórias curiosas e bonitas

sua actual mulher.

ver aquele desenho fez-me tlin tlin aqui numas coisas que eu cá tenho dentro

não, não foram essas que estão a pensar

e fiquei «ihhhhhhhhhh, os desenhos dos surfistas! há c'anos que não via um.» e sem querer, recuei para a mesma época em que, na verdade, já me encontrava ao rever aquelas fotos mas num local diferente: no meu quarto, a colocar o desenho no placard.



obviamente que gostei muito. podia falar mais coisas sobre esta noite de sábado. (in)felizmente a descrição e a dificuldade de encontrar engenho para transportar para aqui as coisas que fui sentindo enquanto as horas decorriam são um remédio santo. foi muito muito bom e não só pelas razões óbvias. contudo, aprendi uma coisa: na dúvida, é sempre melhor levar duas (ou três!) garrafas de vinho (quem diz três diz quatro!) do que andar ali «ó tio, ó tio» a dividir gotas de tintol de copo em copo. o próximo, meus amigos, será no meu chalet.

quinta-feira, maio 14, 2009

células

definitivamente:

tenho que telefonar lá para os senhores da crioestaminal, a saber se eles têm maneira de fazer um enxerto lá das células criminais ou lá o camandro, para ver se expulsam o cabrão do mau feitio da cachola da miúda.

(fónix!)

terça-feira, maio 12, 2009

cebolices!

nos festejos do campeonato, havia um jogador que se passeava com a bandeira dum outro clube. aliás, esse mesmo jogador (que marcou o golo do campeonato) anda com o emblema tatuado na sua perna.

não gostei de ver essa bandeira, misturada com a realeza!

segunda-feira, maio 04, 2009

cremalheiras

apesar de domingo, apesar de muito calor e sol a dizer-me «vem para a prainha, meu lindo, vem», apesar duma filhadaputadaalergiaquenãomelargaocabrãodoscornos daquelas oldschool, apesar de me sentir completamente febril... meti-me na feira do livro.

caneco, não me lixem, é ou não é uma coisa de cultura, pá? eu até já vejo, com gosto, documentários do toulouse-letrec da dois, mesmo sabendo que não espero nenhum jogo entre ou toulouse e o letrec...

bom, culturalmente falando - volto a dizer que sou um ferveroso observador do mundo das letras e não sei mais o quê - gostava de saber porque razão têm os escritores dentes em tão más condições?

pronto, era só isto.