domingo, fevereiro 05, 2012

ahhh, não me lixem...

... nem nos desculpemos com o facto de estarmos a bater em coxos.

mas é mesmo um luxo ter lucho.

to mess you up. to strip you down. and have their fun. with my little one....

à tarde, no vi eidje uane, num depeche mode uiquende, o dave gahan com uns clubmaster.

(e eu ainda gosto tanto dos clubmaster)




para as meninas

há um ljungberg em potência na decathlon de cascais.

(não sabem quem é? e queriam fotos aqui? era o que mais faltava. guglem e apreciem. se gostarem visitem a loja.)

sábado, fevereiro 04, 2012

eles vêm cá

vocês...

... conseguem levantar-se de noite, sair do quarto, assim para dar uma mijinha e tal ou ir ver se se esqueceram de regar o manjericão, sem que no regresso passem no quarto dela para lhe espetar mais um beijo no pescanhoço?

e se nos levantarmos 4 vezes, também lá vamos
4 vezes , não é?

ou sou só eu?

sexta-feira, fevereiro 03, 2012

ó zé, olha aqui: sómaistardemincontreiiacheiquestaverrada nãobastavaseroqueuacheiserlindiperfumaaaaada

(te recuerdas?)

ai brous


eh pá....


não é suposto...

... as pessoas terem um certo carinho pelo à vontade e tal do futre, percebendo e compreendendo, contudo, que ele, como costuma dizer, é um gajo sem estudos e que diz muitas coisas sem saber que está a dizer umas bacoradas linguísticas?

então percebam uma coisa duma vez por tudas: diz-se virão. repito, virão.

(e não, vai vir.)

mostrou-me um mano velho

chou mái strite

(adorei, claro)

como dizia o meu «associado» bic laranja, «estamos a contar espingardas.»

havia uma colega da minha mãe que lhe recomendou, já nem sei para quê, um tal de chá de lórans, porque ouvia na tv anúncios à schaub lorenz e aquilo só poderia ser muit'a bom


pior que reconhecermos ser uns animais de hábitos é verificarmos que somos animais de hábitos, de manias e, na maior parte dos casos, somos burros!

(ok, dispenso comentários - pertinentes, aceito - que usem a frase «fala por ti! olha-me este...»)

em tempos, armado em 'divorciada ressabiada que não quer saber do mundo masculino, mas em gajo', fui dar uma volta até ao guincho. no regresso parei na guia. atraído pala loja dos chás (sim, bem sei «chamem o fernando!»), olhei para um de champanhe e pensei «tu queres ver que é, assim como assim, como um outro, também de champanhe, que há lá por casa?». bom, decidi arriscar e comprei.

recordo-me que estava um tempo de merda: chuva, daquela "tocada a vento», frio sibérico (é um grau de barbeirice acima de siberiano, entenda-se), tempo cinzento, ausência de sol e, tenho a certeza, nem eu estava muito bem.

a verdade é que quando à noite chegou a hora de o experimentar, para já não me soube ao outro de champanhe que já tinha habitado aqui a casa e depois, provavelmente por causa de todos os elementos negativos a este associados, não me soube bem. bebi-o, claro - q'estas coisas não se deitam para o lixo. mas bebi-o a contra-gosto. e  mortifiquei-me de modo a despachá-lo o mais depressa possível, abusando nas doses e só aliviei-me quando chegou o fim do pacote umas semanas depois.

esta semana, num dia de sol, sem vento, daqueles que nos obrigam a tirar o casaco à hora do almoço e ficar em tichârte, voltei ao guincho, novamente em modo «quero que o mundo s'a foda» mas a imitar a tal 'divorciada ressabiada que não quer saber do mundo masculino, mas em gajo'. voltei a dar a mesma volta, voltei a parar nos mesmo locais, voltei a entrar no caralhinho da loja dos chás, voltei a olhar para o mesmo pacote dourado de champanhe e voltei a levá-lo para casa. algo me dizia (assim, tipo, alexandra solnado) (adoro dizer «tipo») que eu tinha que o beber outra vez.

e bebi. e soube-me bem. e soube-me mesmo bem. e já olho para o pacote com medo que ele seja pucanino e se acabe num instante. e estou enleado neste sabor como estive nos mentas, nos pêssegos e até, nos tempos em que andava por aí na náite, nos camomilas desta vida.

digam-me por favor que o outro era mas era um lote dos marados, só para eu acreditar que o material tem sempre razão.

ou então chamem-me parvo porque eu o mereço.

quinta-feira, fevereiro 02, 2012

vem que fazes falta

durante, pelo menos, o meu segundo...

... nono ano, esta foto esteve colada no frontespício do meu dossier. é a partida da stramilano.

(um dia, quem sabe...)




a eternidade do calvino...

... pairava há pouco na papelaria bonanza.


(ia para ali uma coisa gira, ia.)

se uma equipa falhar um penalti...

... é, depois, abatido um crédito na liga da verdade do record?

«fodasse. pó caralho»

está escrito no vidro do meu carro.

é caligrafia de gaja. é um filingue.

vou dar uma de operador de telemarketing (que até julga que se escreve telemarkting) quando não sabe para onde se há-de virar: só ligo a insultos quando escritos sem erros de português.

(vá, sou tolerante, contudo, ao uso das regras do acordo.)

quarta-feira, fevereiro 01, 2012

eu seria uma pessoa mais feliz se houvesse telediscos do ten nights dos spain

para trazer à tona, homem-rã

unemployment benefit, form 40

um carinho matinal para quem anda nas bichas (venham-me cá dizer que bichas são os paneleiros que eu fodo-vos os cornos!) dos centros de empregos.

(e eu sou capaz de estar uns bons 27 minutos - sim, sou muito prolixo - a falar sobre os pormenores deste mero clip mas, por ora, deixo-me naquele pedaço em que o gerald já fez o seu spin e continuam o dave, o lomper e o horse com o pezinho direito para a frente e para trás, quase que indiferentes à cena porém sincronizados na coreografia.)