sexta-feira, fevereiro 22, 2013

e desligamos o computador...

... na noite anterior, com três ou quatro coisas...

coisas poucas, bah!



... sobre a secretária, para fazer amanhã, quando regressarmos. e regressamos. e até olhamos para elas. porém, chega este e aquele, aparece esta e aquela história para resolver...

mas continuamos a olhar, de esguelha, para aquelas três ou quatro coisas que deixámos na noite anterior...



... vem o telefonema inadiável. entra a reclamação...

e as três ou quatro coisas da noite anterior parece que vão para fora de pé, com a sacrista da corrente a puxar. aquilo é fundões...
... e quando os clientes são uma ternura, sabem? que até parece que nos nasce das ilhargas uns ânimos estranhos que nos iludem que somos capazes de resolver-lhes as coisas.



... as três ou quatro coisas, já para lá das bóias, com os braços bem levantados à procura do nadador-salvador, que não as vê pois está ao lado daquela senhora que estava só ali a refrescar as varizes e caiu quando a rebentação a desiquilibrou...

e regressamos do almoço com aquele ar de «agora é que é. agora é que vou pegar nas coisas de ontem e... e está à porta aquela senhora que «olhe, nem queira saber. eu acho que as seguradoras deviam era providenciar que as câmaras municipais...» e enquanto a atendia chegou o senhor engenheiro, simpático, ilustre, inatacável «esse filho da puta do ministro da... andei com ele na faculdade, sabe? não me admiro nada com o que ele faz...»...

e nesta altura, aproveitando uma rara oportunidade em que está um silêncio porque não está nenhum cliente, nem toca o telefone e até baixei o som do «...
i bite my lip, can you send me away? you touch. i have no choice...» para ficar a olhar para os papéis, o sistema que vai abaixo, a lancheira com a marmita... e parece um daqueles anúncios dos anos oitenta: eu a rasgar o papelinho dum chocolate e a pensar, coitadas, naquelas três ou quatro coisas... não eram mais, eram só três ou quatro coisas...

... e o nadador já nem nos vê que não tarda nada estamos ao largo dos farilhões...


... que eu achava que ficavam feitas logo ali pelas dez e pouco. enfim... acho que tenho nove coisas...ok, até são umas quinze, mas tudo bem... para fazer logo logo no início de segunda-feira.

gostava de saber como andas, pazinho?


per-fei-to!

eu nunca conseguirei dizer rrrrrabo p'rá ceia da forma como ele diz. e sinto pena por isso, confesso.

...e até o fatael passa o tempo a falar dele.


...with the words from a poet... and the voice from a choir and a melody...nothing else mattered


estava a escrever o título deste post e a minha ideia até era escrever 'corpo de ampulheta' mas saiu-me, vá-se lá a saber porquê, 'corpo de punheta'. que estranho.


ahhhhh...

... começou com os men at work (e não era a inenarrável down under, credo!) e logo de seguida o duel.

caramba, quando um dia começa assim...

(depois veio o éfe érre dáví e eu percebi que tenha de me levantar.)

começar o dia a chorar...

... por causa de um livro e terminar a chorar por causa dum frame duma cena dum filme.

isto também é um pouquinho de felicidade, sabem?

(não choro pelas consequências da troika e odeio o grândola vila morena.)

quinta-feira, fevereiro 21, 2013

sim, claro.


e pela paz derradeira que enfim vai nos redimir


eh pá... há ali alguma coisa que...


am i bugging you? don't mean to bug ya.. ok edge, play the blues!...


i'll leave you when the summertime, leave you when the summer comes a-rollin'


i really wanna see you, lord...


quando elas decidem sair à noite com um grupo de gajos que até lhes disseram que eram boas fodas e depois chegam lá e vêem que todos usam barba. se ficamos amuadas? claro que sim, não? deves!...


foi onde te conheci


primeiro foram os tintins e agora a...


daniiiiiiiiiiiiiiiii!!!!!!!!!!!!!!!



'un poco de barro hoy en los test', escreveram eles.

(sim, uma coisa de nada.)

sim, sim, compreendo.


quando me cobiçou, sem querer acertou na...


é o prazo, estúpido!

ontem foi a sopa.

hoje foi outra vez a sopa e também um dos iogurtes...

avisem primeiro, porra! um gajo precisa de se orientar, ora.

lindo!


pode um livro de contos...


... ter um tuíste? pode!

- boa sorte para logo!...

... gritei eu, enquanto lhe acenava, erguendo o polegar e fechando os restantes dedos, assim, como quem diz 'fixe, pá. legal!'

- obrigado. - respondeu ele - e parabéns! vocês estão a jogar muuuuuuuito. olha que é comentado 'lá por casa' que vocês estão... tu sabes, não é?

(às vezes é quando ouvimos a opinião do outro lado das trincheiras que percebemos 'a quantas andamos'.)

rótulo* giro,...

 ... sem ser giro de 'palhaçada'. é giro, pronto, tem piada.




* é o masculino de rótula, não é? (piada parva, bem sei.) 

low-cost, uma ova!

peter saville, tu continuas (estás), lá, meu conho!

hoje, as telefonias...

... não davam nada de jeito. desde scorpions, evanescence, phill collins (na fase 'discos que se compram para a namorada'), abc (na fase pós lexicon) até, credo!, alphaville, foram umas atrás das outras sem que viesse uma daquelas.

e hoje eu precisava de uma daquelas.

quarta-feira, fevereiro 20, 2013

eh pá...


e dizem que há agora na érre...

... tê pé uma série muitágira e interessante e inovadora que é a odisseia ou olga e célia ou uma cena assim do género.



só agora percebi que está por aí escrito shake...

... e não shuffle.

sério, lia aquilo e pensava «ah, que fixe, ainda por cima um disco tão mal amado pela crítica... pelos vistos recuperaram a coisa. ainda bem.».

e afinal nem tem que ver com os stones nem com o bob & earl.

(a ver se tenho tempo para perceber o que raio é aquilo.)

montt


a minha educação...

... obriga-me a não esperar algumas coisas.

não digo isto com orgulho, digo-o antes, como se uma cruz - tadinho do menino! - eu carregasse. em termos práticos e pragmáticos, digo-o lamentando.

a gente consegue que o pai nos empreste o bêgê para levar a miúda ao mufla e já sabe que pode acontecer o alternador ficar marado na leite de vasconcelos; a gente junta dinheiro para ir acampar para a praia da galé e apanha com uma chuvada do caneco; a gente leva a grundig a preto e branco, para ver o portugal-rep. checa na carlos mardel enquanto se esfalfa no trabalho de desenvolvimento urbano em meio rural e aquilo apanha sempre sombras, quer sintonizemos o da graça quer o do monsanto; a gente grava uma cassete com o kick dum lado e o the secret policeman's ball - aquele que tem o don't like mondays a cappella - bota-a no ponto azul para a impressionar e a fita fica trilhada no roof is leaking. enfim... ficamos preparados para o pior.

não, não me aconteceu nada de grave. simplesmente estava com uma larica do camandro, abri o frasquinho com a sopa e a filha da puta afinal já estava passada.

tem lá algum jeito trocar bolachas de água e sal por uma sopinha?

(se eu podia ter ficado calado? sim, podia, mas doía mais... vão para dentro)

calvin


teiquemi ouôme


django. the d is silent.

a opinião do kareem.

terça-feira, fevereiro 19, 2013

the hand of fate is on me now, the hand of fate is heavy now


aquelas capas que... vocês sabem.


... ah, claro, sendo assim ainda não é desta que eu faço o meu post sobre o luzingue mái rilíjan

eu tenho tanta alegria, adiada...

... abafada, quem dera gritar...

porque é que o pessoal que 'está contra' teima em...

... interromper o relvas e o coelho cantando músicas de mau gosto e não outras bem mais giras? o espírito mantinha-se e o efeito era o mesmo. só que em mais bonito.

para mim, usar o grândola é como ter cartões de visita em comic sans.

(se bem que papyrus... vai lá vai.)

percebo, perfeitamente,...

... o pânico instalado na população do japão aquando do desastre nuclear de 2011.

acabei de comer dois pedacinhos (pedações, vá!) de camembert que mais pareciam de cabrales e, sinceramente, o cheiro que havia lá em fukushima daiichi não seria diferente do que existia* entre a minha boca e o monitor do pê cê.

* calma, usei água raz para lavar a cremalheira. fiquei fino! podem vir a inspecção das entidades competentes para aferirem do mesmo. na boa!

pi ti ei

espremido entre a gratidão e o medo,...

... nem um canalha nelson-rodigueano, desses que não respeitam nem a cunhada, poderia ser tão escroto.

quem me vê sempre distante garante que eu não sei sambar