terça-feira, janeiro 08, 2013

lembras-te, companheiro?

foi assim com esta frase ele ele entrou na minha caixa de emails. apenas a ela vinha então o link para este vídeo.

é uma história muito antiga. é coisa para ter uns 12/14 anos.

uma colectânea de niu ueive que comprei na discoteca roma - quando esteve ali na avenida da república durante uns tempos, trazia esta canção.

associada a ela veio logo a memória deste anúncio - com este gajo fabuloso  - que também vem associada aquela nossa característica de cantar o give it away dos chilli peppers, assim como que acha que aquilo é 'uótaigatiugadagivituiórmama,
uótaigatiugadagivituiórpapa... giveruei, giveruei, giveruei nau...'

e pronto, não é preciso dizer mais nada, nunca mais consegui ouvir os skids sem me lembrar deste gajo.

e de cassetes maxell.




(beijinho, zé)

segunda-feira, janeiro 07, 2013

não hão-de eles trocar os vês pelos bês...


que modelos de prateleiras conheces?


ekby amund, ekvy gruvan, ekby hemnes, ekby tony, hendricks...

esparramados no mundo, molhamos o mundo com delícias. as nossas peles retintas...


o mundo seria bem melhor...

... não só se a malu mader vivesse em portugal mas também se, quem me telefona, com aquele ar de quem me vai comer por trás a arranhar-me as costas, gritando «então, disse-me que me enviava o email e afinal...» fosse consultar a caixa de emails antes do telefonema.

só naquela, entendes?

«eh pá, é que pensei que me ligasse antes a dizer que me tinha enviado o email.»

(ide para o real caralhinho, boa?)

o wc pato desinfecta mesmo...

... a sanita ou aquilo só serve para fazermos pontaria quando mijamos?

... existe no meio do tempo a possibilidade de uma ilha.


domingo, janeiro 06, 2013

Hide what you have to hide and tell what you have to tell


tic and tac, washington square

eu gostava de voltar a nyc não por causa da cidade, do que se vê de fora, mas, diria, mais pelo que depois encontramos lá dentro. a cidade é, para mim, mais monótona e arquitectonicamente feia do que possa parecer à partida.

mas, sejamos francos, o que se descobre lá dentro, raramente ou nunca encontrei noutros locais.

sim, é verdade, sou um parco viajante e aí pode também residir a origem desta minha opinião. mas também este mural não é sufragado por mais ninguém a não ser, imagine-se, eu!

tanto linguado e cantilena para dizer o seguinte:

este é o melhor espectáculo de rua - street act para os parolos portugueses que não sabem escrever na nossa língua - que há!


sexta-feira, janeiro 04, 2013

darken the city, night is a wire


numa ditadura pensar é crime


diz a laís

tem uma passagem em que a rita lee conta sobre quando conheceu o rogério duprat e ele lhe falou: “eu odeio música!”, e ela instantaneamente se identificou com a afirmação, porque se ama tanto e com tanta urgência que você perde o limite do que é ódio e o que  é amor. se ama tanto, se quer tudo, tudo, tudo agora e nesse momento que você nunca está satisfeito com o que tem. e você ama mais o desejo do que a satisfação de tê-lo realizado. e aí você odeia simplesmente porque ama. uma contradição louca.

sexta-feira, dezembro 28, 2012

acho que a minha dor de cabeça...

... 'exponenciou-se' e nunca mais regrediu, depois de eu ter passado uns bons 13 minutos ali da tarde, a ligar consecutivamente para um cliente que tinha como cantiga de 'cena que está a dar enquanto um gajo não atendo o telefone' aquele dueto do pablo aldobrãn albarran ou artur albarran ou a cona da tua irmã ou lá o que é, com a valentina torres ou outra coisa assim qualquer que não sei muito bem qual é.

mas pronto, é entre um espanhol e uma portuguesa e faz-me lembrar o 'p
recisa-se de moça, boa aparência, pra secretária. tem que ser muito bonita, descontraída e educada...'

(isto dito assim 'estava um espanhol e uma portuguesa' parece o início duma anedota dos anos oitenta.)

eu não consigo explicar muito bem por quê...



... mas a verdade é que o disco dos floyd a que mais me afeiçoo é mesmo o final cut. 

you'd think that people would have had enough of silly love songs. but i look around me and i see it isn't so.


(coisas do tiago)

...temos de começar a anexar áreas de espanha para retribuirmos ao sami o país que ele merece que o ouça.

(tão bonito, não acham?)