segunda-feira, outubro 29, 2012

sábado, outubro 20, 2012

vejo durante...


... vinte e sete minutos um programa de culinária na sic mulher.

há qualquer coisa de pornográfico nestes programas.

ou na hora em que são transmitidos.

terça-feira, outubro 09, 2012

if god is a dj

entrei no carro, liguei a telefonia com aquela esperança que estivesse a dar uma daquelas canções que nos fazem tchibum mas infelizmente estava a dar uma daquelas coisas do jackson, já pós bad.

porém, ainda antes de rodar a chave e ele começar naquele tchtchtchtchcth, cliquei no botão de sârtch e a procura terminou. dos altifalantes surgiu uma das mais tcharans que há, precisamente naquela parte em que calhou eu saber a letra de cor - mas não salteado -, de forma a que o acompanhamento vocal da canção não seja um tralala lala nanarara mas sim um

hurricane annie ripped the ceiling of a church
and killed everyone inside
u turn on the telly and every other story
is tellin u somebody died
sister killed her baby cuz she could afford 2 feed ita

and were sending people 2 the moon
in september my cousin tried reefer 4 the very first time
now he's doing horse, it's june


e eu fiquei «foda-se, era mesmo disto que eu precisava
.».

acaba aquela, carrego lá outra vez no sêrtch e vai parar a uma daquelas estações que mais parecem apeadeiros mas que decidiu presentar os ouvintes com o layla.



mau, tu queres ver? dar duas de seguida sem tirar? pensei para comigo, se o senhor que está lá a mudar os discos deixar que a música vá até à pianada então, acredito, god is mesmo um di jei, como canta a gloriosa pink.



não deixou.

segunda-feira, outubro 08, 2012

a ver se entendem...


... desde que a citröen decidiu que «sim, senhor, vamos lá pôr o chavalo a correr com um carro em condições», já passaram dez temporadas. ficou em segundo numa delas. a primeira. de lá para cá... foi o que se viu.

sebas, a gente não vibrava contigo, percebes isso, né? mas todos sabíamos que eras o máiór!

quando eu vim par'esse muuuuundo...


sexta-feira, setembro 28, 2012

a única coisa que eu sei cozinhar, são...



... são nada! sei abrir pacotes de batatas-fritas, vá1

mas se soubesse, se gostasse, quereria ter este livro com receitas manuscritas.

não é uma maravilha?

maçã podre

chama-se tim como o cão dos cinco. escreveu esta carta. se por um lado é de louvar o gesto, por outro lado pergunto, a rir, como é que ficarão os milhões de leigos da congregação de são jobs, ao saberem que o papa mandou-os usar coisas de outras religiões.

é foda, não é?

mitt, manda-os pró caralho mais às bocas por causa das janelas dos aviões. claro que abrem, olha lá aqui.


sexta-feira, setembro 21, 2012

aqui está um rol de malta que lixaria a entrega dum prémio à teresa horta, coitada, caso ela tivesse vivido nessas alturas. nem eles sabem do que se safaram.


capíssima


se eu tivesse que eleger...

... o meu momento favorito do dia, seria, de caras o momento em que abandono o ginásio.


calma, eu gosto daquilo. eu explico.

um gajo vai lá escafeder-se todo numa sessão tola de pulos, de corridinhas ou de pedal. sua como um porco,

os porcos suam, não suam?

sente-se cansado, vai para o balneário, coça a micose, passa no duche, dá um saltinho no turco, volta para o duche, veste-se devagarinho,


porque um gajo está cansado, ora!

volta a arrumar a tralha toda no saco,
 

que pivete!

devolve as toalhas, despede-se do dream team da recepção

alô rodri, alô carine, alô mónica...

enfia-se no elevador, carrega no menos um, encosta-se a uma das paredes e fecha os olhos durante a viagem.

pronto, até aqui nada de novo, não é? certo!



mas é precisamente agora que chega o momento zen do dia: um gajo está com o sacão da ginástica enooooorme e pesado ao ombro, as portas abrem-se pausadamente e invariavelmente há um gajo ou gaja (normalmente tias ou velhos) que acham que é fisicamente possível dois corpos ocuparem o mesmo espaço e no mesmo período de tempo. então, precisamente no momento em que estamos a sair, eles desatam a entrar.

nem «com licença», nem esperam que um gajo saia... nada! irrompem elevador adentro e um gajo que se aguente.

aguentei-me umas duas vezes. de lá para cá, faço-me de parvo, saio na mesma, eles levam com o malão nas trombas (então se forem da minha altura - há poucos, eu sei - aquilo acerta-lhes nos queixos) e eu posso fazer aquele ar espantado número 34:

- ehhh, caralho!

reparem que não digo «ehhh, ó caralho!» porque assim estaria a dizer que ele/a é um caralho. nada dissso. não estou ali para ofender ninguém, claro.
- ... foi nos queixos, não foi? txiiii, e é coisa para doer, não é? é fodido quando um/a gajo/a não espera que as pessoas saiam do elevador.

depois seguem calados.

chamo a isto pedagogia para as massas.