quinta-feira, junho 28, 2012
gostava de ter um kindle...
... que me guardasse os posts que estrelei no reader e assim os poder ler agora nas férias.
há já uns três episódios do undercover boss que eu não choro
por isso, aviso já, se esta merda continua assim, viro-me para os programas do «o que dizem os teu jolhos?»
quarta-feira, junho 27, 2012
terça-feira, junho 26, 2012
estive 37 minutos ao telefone com um departamento da polícia.
foi por um triz que pela segunda vez no espaço dum ano não usei, com eles, a requintada frase «mas qu'esta merda'ó caralho?»
ele é meu irmão...
... e não é bem uma questão de me esquecer desse facto. não, não é por aí.
o que é bom é que, amiúde, algo me vai lembrando disso.
(eu disse que era bom? menti, é muito bom!)
o que é bom é que, amiúde, algo me vai lembrando disso.
(eu disse que era bom? menti, é muito bom!)
segunda-feira, junho 25, 2012
domingo, junho 24, 2012
há um anúncio da brisa concessões...
... em que os gajos tentam vender obrigações e merdas assim e cujo texto tem a seguinte frase "...sendo a brisa concessão responsável pela maior rede de auto-estradas em portugal" e aosdespois tem um asterisco.
olhamos cá em baixo para ver o que quer aquilo dizer e então eles escrevem assim depois do asterisco "fonte: brisa".
ora eu não duvido da brisa quando ela me valida que a brisa concessão é responsável pela maior rede de blá blá blá... mas isso não é mais ou menos como o eusébio dizer que o benfica é o maior do mundo e botar lá um asterisco a dizer "fonte: dono do barbas da costa"?
sábado, junho 23, 2012
sexta-feira, junho 22, 2012
aquilo era, assim, meio cilíndrico...
... e aosdespois tinha um papel lá colado que dizia: esporão, reserva e tinha também uns números. era o número dois, depois duas bolinhas e logo a seguir o número nove.
tinha também um desenho lá pespegado junto com essas palavras e esse números. mas, confesso, para o desenho já não liguei pevide. aliás, minto, para o desenho eu caguei literalmente!
(pronto, foi assim.)
tinha também um desenho lá pespegado junto com essas palavras e esse números. mas, confesso, para o desenho já não liguei pevide. aliás, minto, para o desenho eu caguei literalmente!
(pronto, foi assim.)
a império bonança,...
... pelo punho duma senhora chamada rita sambado, comunicou aos seus clientes que a companhia se tinha fundido com a fidelidade mundial, resultando uma nova companhia, chamada fidelidade - companhia de seguros, s.a.
quando li a carta lembrei-me de imediato de duas outras cartas.
esta
e esta.
cara rita, acredite, por que é a senhora que dirige o departamento, lamentavelmente, não tem ninguém acima de si que lhe diga que sabe comunicar. sério, não sabe!
a parte boa da história, é que a senhora não está sozinha. na grande maioria dos casos, as empresas «não estão nem aí», preocupando-se em saber se os remetentes irão entender ou não, as mensagens que pretendem transmitir.
muitas vezes, fico a pensar isso mesmo, vocês não querem mesmo que nós vos entendamos. é o espírito vitor gaspar: se nós percebessemos mesmo o que ele está para ali a dizer, a coisa, acredito, seria muito mais grave.
é a vida.
quando li a carta lembrei-me de imediato de duas outras cartas.
esta
e esta.
cara rita, acredite, por que é a senhora que dirige o departamento, lamentavelmente, não tem ninguém acima de si que lhe diga que sabe comunicar. sério, não sabe!
a parte boa da história, é que a senhora não está sozinha. na grande maioria dos casos, as empresas «não estão nem aí», preocupando-se em saber se os remetentes irão entender ou não, as mensagens que pretendem transmitir.
muitas vezes, fico a pensar isso mesmo, vocês não querem mesmo que nós vos entendamos. é o espírito vitor gaspar: se nós percebessemos mesmo o que ele está para ali a dizer, a coisa, acredito, seria muito mais grave.
é a vida.
quinta-feira, junho 21, 2012
mais giro que gajas que se interessam, estranha...
...e inusitadamente, por bola, por estas alturas de campeonatos do mundo e da europa, são os homens que também fazem o mesmo.
uma mulher não saber o que é a basculação lateral, é, digo eu, uma virtude. agora um homem que julga que o fora-de-jogo é quando a bola sai do campo é, no mínimo... bom, vocês sabem o que é.
é isso mesmo, vêem?
uma mulher não saber o que é a basculação lateral, é, digo eu, uma virtude. agora um homem que julga que o fora-de-jogo é quando a bola sai do campo é, no mínimo... bom, vocês sabem o que é.
é isso mesmo, vêem?
quarta-feira, junho 20, 2012
chullage ontem no bairro alto
(o único programa com convidados que não aparecem noutros programas.)
aqui.
aqui.
ele tem 68 (e eu vou repetir um post)
não me interessa repetir aqui o óbvio: que é um disco importante na nossa vida por isto, por aquilo e pelo tanto mar.
adiante.
eu gosto deste vídeo não apenas porque é um óbvia repetição dos concertos do canecão de 1975 mas por tudo o resto. aqui tudo é perfeito. não sei se havia hipótese de ficar melhor, provavelmente sim. mas como dizem os parolos «o óptimo é inimigo do bom» (mas desde quando, porra?)
ele não surge assim, como que ao acaso. mas dá ideia que sim. mas não, na realidade ele aparece, precisamente, quando ela diz «vem, por favor não evites, meu amor meus convites...»
ele não entra por uma das laterais do palco, ele vem da própria plateia. assim, como um fã inconsequente que vai ali ao micro avisar que a adora ou como se ali fosse pedir, encarecidamente, ao proprietário do opel corsa, de 1985, (daqueles com rabinho) bórdô, o favor de comparecer junto ao mesmo.
ele vem magro, enxuto, seco de carnes. a camisa é limpa, alva, imaculadamente passada a ferro e, certamente, engomada nos colarinhos: duros, abertos, alipotentes.
a mão dela segurando-lhe a sua mão esquerda, ali, firme mas ao mesmo tempo distraída do uso da forma, soltando-o para abrir os braços e lhe dizer que o quer todo para ela.
«ai eu quero te dizer, que o instante de te ver...
e não há uma nota mais alta do que devia, e não há um esganiçado inoportuno, e não há nada que perturbe aquela subida, aquela escalada de emoções: é tudo - falsamente - sereno, «e agora que cheguei, eu quero a recompensa, eu quero a prenda imensa dos carinhos seus» é tudo tão óbvio, é tudo - e apesar de tudo - tão sofrido «só vim te convencer que eu vim p'ra não morrer»
alunos que abraçam professores com ternura,...
... ali, bem à minha frente.
(é nesses momentos que vocês esquecem que vivem numa sociedade que vos respeita tão pouco e vos retribuiu com menos ainda, não é?)
(é nesses momentos que vocês esquecem que vivem numa sociedade que vos respeita tão pouco e vos retribuiu com menos ainda, não é?)
terça-feira, junho 19, 2012
é sempre, sempre a mesma coisa!
às tantas já me fazia sinais lá do palco improvisado, para que eu parasse de chorar e limpasse as lágrimas.
segunda-feira, junho 18, 2012
€ 3,45
às vezes é assim mesmo, às vezes a felicidade não é uma coisa avassaladora, enorme, assim, que nos cobre durante dois meses da nossa vida.
às vezes, não. às vezes vem, assim, apenas em blocos. blocos de duas horas, blocos de uma semana. até blocos de 50 minutos, imagine-se!
às vezes temos que pagar para isso: € 200,00, €1.000,00, o que for.
também há de borla.
às vezes são apenas €3,45.
se for assim, a ideia é curtir o bloco, por pequeno que seja, e não pensar que dali a 3 minutos já estaremos a trabalhar outra vez. provavelmente infelizes.
às vezes, não. às vezes vem, assim, apenas em blocos. blocos de duas horas, blocos de uma semana. até blocos de 50 minutos, imagine-se!
às vezes temos que pagar para isso: € 200,00, €1.000,00, o que for.
também há de borla.
às vezes são apenas €3,45.
se for assim, a ideia é curtir o bloco, por pequeno que seja, e não pensar que dali a 3 minutos já estaremos a trabalhar outra vez. provavelmente infelizes.
domingo, junho 17, 2012
alguém que conheça pessoas no record...
... que lhes explique que as caravelas tinham realmente uma cruz mas, caramba, não era propriamente a de são jorge.
expliquem-lhes também, se querem brilhar, que a esfera armilar era um símbolo pessoal (uma espécie de identidade corporativa) do dom manuel i e que os republicanos de mil nove e dez, os gajos com pior gosto cromático de sempre, decidiram que ficava bem ali no meio do verde e vermelho (deus do céu!). enfim.
e a razão porque até para a praia eu vou quando está a jogar...
... a selecção te que ver com isto, com estas imagens. porque nunca mais nenhuma selecção mundial voltou a jogar um futebol bonito como este. mas nunca mais mesmo!
como escreveu o valdano numa daquelas suas crónicas «às tantas, durante o portugal-turquia o meu filho parou em frente do televisor e a minha vontade foi mandar-lhe com o comando!».
como escreveu o valdano numa daquelas suas crónicas «às tantas, durante o portugal-turquia o meu filho parou em frente do televisor e a minha vontade foi mandar-lhe com o comando!».
sexta-feira, junho 15, 2012
quando os departamentos de marketing...
... das empresas comunicam o que quer que seja aos clientes, têm noção do que querem dizer?
sério?
e se têm, então porque é que complicam tanto as coisas?
(caralho, é assim tão difícil de falar simples?)
sério?
e se têm, então porque é que complicam tanto as coisas?
(caralho, é assim tão difícil de falar simples?)
para os menos acostumados com estas coisas dos dicionários...
... as palavras sporting, benfica ou riopele não são nomes de cores.
por isso, se me virem de verde, pela vossa saudinha não me falem no sporting, ok? até porque, acreditem, nunca fui grande amigo de espinho. ou de braga.
por isso, se me virem de verde, pela vossa saudinha não me falem no sporting, ok? até porque, acreditem, nunca fui grande amigo de espinho. ou de braga.
quinta-feira, junho 14, 2012
quarta-feira, junho 13, 2012
«caralho, e ela nem esperava. de repente ela ouve uma voz igualzinha a de gonzaguinha e entra o filho dele»*
tentem ver isto sem chorar, ok?
primeiro cliquem aqui e vejam, curtam, deixem-se levar por este clip glo-ri-o-so!
o cafuné nos caracóis dele junto da orelha, aquele cabelão dela tão oitentas..., a forma como ela segura no cigarro dele - as mãos dela, magras, os dedos longos - como o manda lá para trás, roubando-lhe o vício. o gesto dele com a mão na parte do «perder ou ganhar ou aquilo que for, mas os dois com a mão na colher.» a mão dela a cachecolar os cabelos junto ao pescoço quando diz «eu te amo e não temo esse amor...», as pausas, o riso dobrado...
e agora vejam este em que o filho do gonzaguinha faz-lhe uma epifania quase mística, que a deixa com-ple-ta-men-te sem rede!
ok, este não comento, passaria horas a falar sobre este clip. escolham vocês o que mais... vocês sabem, né?
conseguiram não chorar?
* comentário no youtube.
primeiro cliquem aqui e vejam, curtam, deixem-se levar por este clip glo-ri-o-so!
o cafuné nos caracóis dele junto da orelha, aquele cabelão dela tão oitentas..., a forma como ela segura no cigarro dele - as mãos dela, magras, os dedos longos - como o manda lá para trás, roubando-lhe o vício. o gesto dele com a mão na parte do «perder ou ganhar ou aquilo que for, mas os dois com a mão na colher.» a mão dela a cachecolar os cabelos junto ao pescoço quando diz «eu te amo e não temo esse amor...», as pausas, o riso dobrado...
e agora vejam este em que o filho do gonzaguinha faz-lhe uma epifania quase mística, que a deixa com-ple-ta-men-te sem rede!
ok, este não comento, passaria horas a falar sobre este clip. escolham vocês o que mais... vocês sabem, né?
conseguiram não chorar?
* comentário no youtube.
porque é que as pessoas...
... dizem ajuda quando perguntam «queres ajuda?», mas dizem ájuda quando dizem que «quem mora na ájuda está habituado a ouvir histórias de paneleiros que iam para os jerónimos ter com os putos da casa pia.»
porque é que as pessoas dizem que «é linda, a velha lisboa.», mas dizem que «moram em lindá velha, já quase perto da carris.»?
porque caralho não há mesmo ninguém que ensine, de vez, que cóche, assim, acentuado no o, é um carro em castelhano. e que coche, assim dito em ô, é aquilo cena onde andaram os gajos da selecção pelas ruas de óbidos?
ou também dizem cócheira?
(e pelo amor da santa, duma vez por todas, o priberam é tudo - mas tudo mesmo - menos lei.)
(fiem-se na virgem...)
porque é que as pessoas dizem que «é linda, a velha lisboa.», mas dizem que «moram em lindá velha, já quase perto da carris.»?
porque caralho não há mesmo ninguém que ensine, de vez, que cóche, assim, acentuado no o, é um carro em castelhano. e que coche, assim dito em ô, é aquilo cena onde andaram os gajos da selecção pelas ruas de óbidos?
ou também dizem cócheira?
(e pelo amor da santa, duma vez por todas, o priberam é tudo - mas tudo mesmo - menos lei.)
(fiem-se na virgem...)
terça-feira, junho 12, 2012
sou do tempo em que nos balneários masculinos se comentava futebol, carros e o cagueiro «daquela gaja que fica sempre lá à frente do lado dos espelhos»...
... mas hoje, quando lhe perguntei como iria ser a noite, o gajo teve os desplante de me dizer:
- tenho o meu pai a assar um leitão.
(mas... um leitão? em casa? têm forno?)
- sim, o meu pai tem forno e volta e meia calha fazer umas coisas dessas... a minha mãe faz anos... e tal...
(e eu juro que me recordo de quando ficava admirado por ter um amigo que tinha televisão a cores, grundig, material alemão, estão a ver?)
(um forno para o leitão!... carai!)
- tenho o meu pai a assar um leitão.
(mas... um leitão? em casa? têm forno?)
- sim, o meu pai tem forno e volta e meia calha fazer umas coisas dessas... a minha mãe faz anos... e tal...
(e eu juro que me recordo de quando ficava admirado por ter um amigo que tinha televisão a cores, grundig, material alemão, estão a ver?)
(um forno para o leitão!... carai!)
ajudem-me a perceber porque é que eu achava que esta canção...
e esta
e esta também
eram todas a mesma.
afinal não são? que raio!
segunda-feira, junho 11, 2012
o que dizem os teu jolhos?
é, seguramente, juntamente com «queres levar um estalo?», das perguntas mais ignóbeis que há.
aguardo com ansiedade, confesso, o primeiro que lhe responda com a pergunta «mas dizem o quê, caralho?»
aguardo com ansiedade, confesso, o primeiro que lhe responda com a pergunta «mas dizem o quê, caralho?»
sexta-feira, junho 08, 2012
acabo de almoçar e...
... no preciso momento em que estou a lavar a louça, lembrei-me imediatamente que um bácoro do caneira deveria se hospedar na minha pança, fazendo o check in nos 32 segundos seguintes.
gente amiga,...
... duma forma simpática e altruísta, fala-me duma história dum livro do saramago.
ouço-a em silêncio e também em silêncio reflito sobre a sorte que o mundo tem, em terem já sido editados tantos milhões de livros, que nos permitem estarmos sempre a ler qualquer coisa, sem necessitarmos de irmos aos livros do zé.
(entre outros.)
ouço-a em silêncio e também em silêncio reflito sobre a sorte que o mundo tem, em terem já sido editados tantos milhões de livros, que nos permitem estarmos sempre a ler qualquer coisa, sem necessitarmos de irmos aos livros do zé.
(entre outros.)
coisas que adoro...
... em portugal e em qualquer outro país:
há uma gaja que vai cantar com o bryan adams. cantou. houve pessoas que bateram palmas. houve outras que não gostaram.
até aqui tudo bem.
paralelamente a isso houve um colhão de pessoas que desataram a gastar tempo, não a dizer que gostaram ou não gostaram, mas a dissertar sobre se tudo estava ou não combinado, sobre a hipótese de o bryan adams a ter mandado calar, sobre o facto de saber a letra ou não, sobre até, imagine-se, a forma como estava a representar o nosso país...
(fade até aparecerem os créditos finais.)
houve um gajo que criticou a forma como está a decorrer o estágio da selecção, houve outro gajo que também criticou.
uns gostaram, outros não gostaram.
os que não gostaram invocaram inveja e falta de tacto dos críticos. os criticados também.
ou seja, todos comentaram o momento e os remetentes das críticas, ninguém comentou, curiosamente, as críticas.
na minha terra chama-se a isto, falta de senso crítico. não, esperem, na minha terra é precisamente isto que não acontece.
(fade até aparecerem os créditos finais.)
há uma gaja que vai cantar com o bryan adams. cantou. houve pessoas que bateram palmas. houve outras que não gostaram.
até aqui tudo bem.
paralelamente a isso houve um colhão de pessoas que desataram a gastar tempo, não a dizer que gostaram ou não gostaram, mas a dissertar sobre se tudo estava ou não combinado, sobre a hipótese de o bryan adams a ter mandado calar, sobre o facto de saber a letra ou não, sobre até, imagine-se, a forma como estava a representar o nosso país...
(fade até aparecerem os créditos finais.)
houve um gajo que criticou a forma como está a decorrer o estágio da selecção, houve outro gajo que também criticou.
uns gostaram, outros não gostaram.
os que não gostaram invocaram inveja e falta de tacto dos críticos. os criticados também.
ou seja, todos comentaram o momento e os remetentes das críticas, ninguém comentou, curiosamente, as críticas.
na minha terra chama-se a isto, falta de senso crítico. não, esperem, na minha terra é precisamente isto que não acontece.
(fade até aparecerem os créditos finais.)
quarta-feira, junho 06, 2012
não é só por me ter afastado dos cinemas...
... que sinto falta de morar em lisboa.
os alfarrabistas... os alfarrabistas... sentem também a minha falta.
(sentem nada. eu era um chulão. entrava, cumprimentava, sacudia o pó dos livros e voltava costas sem fazer despesa.)
os alfarrabistas... os alfarrabistas... sentem também a minha falta.
(sentem nada. eu era um chulão. entrava, cumprimentava, sacudia o pó dos livros e voltava costas sem fazer despesa.)
hoje recordei-me....
.... que eu antigamente adorava «ganhar» 15/17 minutos do meu tempo no cimo dos armazéns eduardo martins.
terça-feira, junho 05, 2012
ok,...
... isto é um espectáculo. um espectáculo ainda por cima com câmaras de televisão por todo o lado. a primeira coisa que «aquele» grupo de pessoas pensa é «ah, isto é combinado e preparado de antemão!».
mas ainda assim, caramba, vejam as imagens com o desafio que o ricardo lhe propõe e tentem pensar que é mesmo assim.
até porque, acreditem, com as pessoas em questão, é tão provável de ter acontecido de surpresa.
mas ainda assim, caramba, vejam as imagens com o desafio que o ricardo lhe propõe e tentem pensar que é mesmo assim.
até porque, acreditem, com as pessoas em questão, é tão provável de ter acontecido de surpresa.
segunda-feira, junho 04, 2012
o pai do tyler...
... trabalha numa fábrica em minneapolis.
o presidente do país onde fica minneapolis foi fazer uma visita a essa fábrica.
o tyler é um aluno nota dez... mas queria conhecer o presidente, fez gazeta e foi com o pai para o trabalho. malandrice!...
contou a história ao presidente, ele compreendeu a situação e decidiu meter uma cunha ao stôr.
o presidente do país onde fica minneapolis foi fazer uma visita a essa fábrica.
o tyler é um aluno nota dez... mas queria conhecer o presidente, fez gazeta e foi com o pai para o trabalho. malandrice!...
contou a história ao presidente, ele compreendeu a situação e decidiu meter uma cunha ao stôr.
(querem ver o quanto a «coisa» era boa? ou melhor, eram boas?)
da segunda música dos xutos em diante, eu estava a curtir tanto, mas tanto, que recuei ao outono de 1985, praça luis de camões, concerto da campanha pelo salgado zenha e fingi que não houve nenhum tempo a mediar aquela noite desta.
domingo, junho 03, 2012
... barefoot girl sitting on the hood of a dodge...
... drinking warm beer in the soft summer rain...
sábado, junho 02, 2012
alguém que assina...
... como or, escreveu isto na empaiâr de março:
que já estamos tão habituados a ficar deslumbrados na sua versatilidade que quase nos apetece chamar-lhe a versão masculina de meryl streep.
o (ou a, não sei, não estive para foder a vista a folhear - e não desfolhar, pelo amor da santa! - páginas para trás à procura do nome) tal or referia-se ao ryan gosling.
há opiniões do caralho, não há?
que já estamos tão habituados a ficar deslumbrados na sua versatilidade que quase nos apetece chamar-lhe a versão masculina de meryl streep.
o (ou a, não sei, não estive para foder a vista a folhear - e não desfolhar, pelo amor da santa! - páginas para trás à procura do nome) tal or referia-se ao ryan gosling.
há opiniões do caralho, não há?
sexta-feira, junho 01, 2012
quando eu era criança...
... (e adolescente também), estava convencido que quando fossemos crescidos iríamos depurar certas coisas fatelas que habitavam em nós.
enganei-me.
enganei-me.
quinta-feira, maio 31, 2012
há cinquenta anos...
... ele era um alain delon. mais do que isso, não só já falava francês mas acumulava com o português que lhe tinha dado o país natal, o nosso.
também gostava de cinema. mas fazia-o do lado de cá do ecrã. rezam as crónicas que ia pelo menos uma vez por semana, sentar-se nas cadeiras desconfortáveis dos maxs e royales desta vida, para matar o bichinho.
mas, sim, era, era um delon.
vi-o há dias, já não é o alain delon do intigamente. porém, quando para ele olhei, curiosamente, vi-o a perscrutar uma coisa ao longe. e ao longe, na certa, o seu pensamento também estava: olhar meio lasso, longo, assim, justamente, como o mesmo delon da capa do the queen is dead.
é giro, já não era o alain delon doutros tempos mas é como diz o provérbio, quem um dia foi rei nunca perde a sua majestade. e ele também não perdeu a dele.
ele fascina-me. e fascinará até morrer.
também gostava de cinema. mas fazia-o do lado de cá do ecrã. rezam as crónicas que ia pelo menos uma vez por semana, sentar-se nas cadeiras desconfortáveis dos maxs e royales desta vida, para matar o bichinho.
mas, sim, era, era um delon.
vi-o há dias, já não é o alain delon do intigamente. porém, quando para ele olhei, curiosamente, vi-o a perscrutar uma coisa ao longe. e ao longe, na certa, o seu pensamento também estava: olhar meio lasso, longo, assim, justamente, como o mesmo delon da capa do the queen is dead.
é giro, já não era o alain delon doutros tempos mas é como diz o provérbio, quem um dia foi rei nunca perde a sua majestade. e ele também não perdeu a dele.
ele fascina-me. e fascinará até morrer.
quarta-feira, maio 30, 2012
terça-feira, maio 29, 2012
segunda-feira, maio 28, 2012
t.p.c. até domingo
mentalizar-me que não é preciso ele tocá-la para passar a ser um concerto estupidamente bom.
(mesmo que ande a tocá-la apenas quando lhe dá na telha.)
mentalizar-me também que chelas não é o medisã squér gar dãn e que por isso não vão acontecer coros com «show a little faith...»
(mesmo que ande a tocá-la apenas quando lhe dá na telha.)
mentalizar-me também que chelas não é o medisã squér gar dãn e que por isso não vão acontecer coros com «show a little faith...»
pessoas cinzentas
Retratou-se de um discurso mais duro que teve, inicialmente, para com o treinador do Benfica. Porquê?
Não fui autêntico, provavelmente por defesa. Estava numa perspetiva defensiva, porque os pontos de interrogação começaram logo no início e eu fechei-me e fui reativo, reagia com agressividade. Um treinador amigo dizia-me que amigos dele lhe comentavam que eu me tinha tornado agressivo e arrogante e ele achou estranho. Acho que aconteceu inconscientemente, para me defender. Não estava preparado para ser atacado por toda a gente, quase que me senti humilhado, parece que tinha deixado de perceber de futebol. Aquele Vítor que muitos perspetivavam que pudesse ir longe, parecia que tinha deixado de existir. Depois percebi que as pessoas não me conhecem e passei a encarar as coisas com naturalidade. Quando disse o que disse sobre o Jorge Jesus, não fui eu próprio e aquilo fez-me mal. Provavelmente, fez-me pior a mim do que a ele. Nunca mais me senti bem comigo próprio, porque não posso avaliar as pessoas e eu avaliei o Jorge Jesus como pessoa. Não posso fazê-lo, porque não o conheço como pessoa. Não fui correto e por isso pedi desculpa e fiquei muito melhor comigo próprio. Vou continuar a cometer erros, mas a refletir sobre eles para que não voltem a acontecer.
Não fui autêntico, provavelmente por defesa. Estava numa perspetiva defensiva, porque os pontos de interrogação começaram logo no início e eu fechei-me e fui reativo, reagia com agressividade. Um treinador amigo dizia-me que amigos dele lhe comentavam que eu me tinha tornado agressivo e arrogante e ele achou estranho. Acho que aconteceu inconscientemente, para me defender. Não estava preparado para ser atacado por toda a gente, quase que me senti humilhado, parece que tinha deixado de perceber de futebol. Aquele Vítor que muitos perspetivavam que pudesse ir longe, parecia que tinha deixado de existir. Depois percebi que as pessoas não me conhecem e passei a encarar as coisas com naturalidade. Quando disse o que disse sobre o Jorge Jesus, não fui eu próprio e aquilo fez-me mal. Provavelmente, fez-me pior a mim do que a ele. Nunca mais me senti bem comigo próprio, porque não posso avaliar as pessoas e eu avaliei o Jorge Jesus como pessoa. Não posso fazê-lo, porque não o conheço como pessoa. Não fui correto e por isso pedi desculpa e fiquei muito melhor comigo próprio. Vou continuar a cometer erros, mas a refletir sobre eles para que não voltem a acontecer.
sábado, maio 26, 2012
sexta-feira, maio 25, 2012
se há coisa que eu mais pena tenho por ser português...
... é por ter havido em tempos, um molho de republicanos com o pior gosto cromático de toda a europa.
e isso, no que toca a equipamentos de selecção, fodeu-nos para sempre. essa é que é essa.
recordo com saudade o campeonato do mundo de hoquei em patins de 1982 altura em que a federação teve a louvável atitude de se marimbar para as horriveis cores da nossa bandeira e equipou os patinadores com camisola azul, calção branco e meias azuis, as cores que durante mais anos povoaram a bandeira do nosso país.
acredito que a coisa se tivesse atenuado - talvez, talvez... - se um dia a umbro viesse cá e limpasse o contrato às naiques, pumas ou adidas desta vida. para que pelo menos uma vez na vida houvesse uma selecção nacional com umas cores bonitas.
é que escolheram o pior verde e o pior dos piores vermelhos.
ah, ingleses dum cabrão que têm uma sorte fenomenal em ter as suas roupinhas entregadas a quem percebe da coisa.
e isso, no que toca a equipamentos de selecção, fodeu-nos para sempre. essa é que é essa.
recordo com saudade o campeonato do mundo de hoquei em patins de 1982 altura em que a federação teve a louvável atitude de se marimbar para as horriveis cores da nossa bandeira e equipou os patinadores com camisola azul, calção branco e meias azuis, as cores que durante mais anos povoaram a bandeira do nosso país.
acredito que a coisa se tivesse atenuado - talvez, talvez... - se um dia a umbro viesse cá e limpasse o contrato às naiques, pumas ou adidas desta vida. para que pelo menos uma vez na vida houvesse uma selecção nacional com umas cores bonitas.
é que escolheram o pior verde e o pior dos piores vermelhos.
ah, ingleses dum cabrão que têm uma sorte fenomenal em ter as suas roupinhas entregadas a quem percebe da coisa.
li por aí...
... e tentei ficar sério, que o olimpiacos tenta contratar o vitor pereira.
das duas quinze: ou é tanga, ou é verdade e o pinto da costa é que a sabe toda (e por isso está aí à porta o treinador que ele quis mesmo para a próxima época; ou é verdade e isto só demonstra o estado em que a grécia chegou.
o vítor pereira? mesmo? está tudo parvo.
das duas quinze: ou é tanga, ou é verdade e o pinto da costa é que a sabe toda (e por isso está aí à porta o treinador que ele quis mesmo para a próxima época; ou é verdade e isto só demonstra o estado em que a grécia chegou.
o vítor pereira? mesmo? está tudo parvo.
li num blog portista,...
... um daqueles escrito por bloggers que acompanham MESMO estas modalidades:
«eles têm melhor equipa e apesar de não terem feito um bom jogo, ainda conseguiram ser melhores, frente a um F.C.Porto abaixo das suas possibilidades.
foi-se o título, paciência. umas vezes ganha-se, outras perde-se.
«eles têm melhor equipa e apesar de não terem feito um bom jogo, ainda conseguiram ser melhores, frente a um F.C.Porto abaixo das suas possibilidades.
foi-se o título, paciência. umas vezes ganha-se, outras perde-se.
é fundamental reflectir, ver onde as coisas correram mal - faz sentido ter um base americano que não se distingue de um jovem acabado de sair da formação? - para que na próxima época possamos surgir mais fortes.»
e a minha opinião fica inequivocamente norteada por estes poucos parágrafos. nem mais nem menos. ou seja, parece que ganharam os melhores. ponto final.
agora vem o resto. e o resto é o que eu mais gosto, é o que é mais giro. é aquilo que nos identifica com os animais: os gestos do carlos lisboa; o marçal a dizer que não lhe dava os parabéns (não percebo, mas da-se os parabéns pela conquista ou pela forma como se festeja um título?); os adeptos portistas; a bófia; a forma como as notícias são apresentadas; o nouvelle moralismo do vieira; os posts nos blogs; o pedro ribeiro a escrever «à adepto»*; os comentários; no fundo, a rataria encantada pela flauta.
e a minha opinião fica inequivocamente norteada por estes poucos parágrafos. nem mais nem menos. ou seja, parece que ganharam os melhores. ponto final.
agora vem o resto. e o resto é o que eu mais gosto, é o que é mais giro. é aquilo que nos identifica com os animais: os gestos do carlos lisboa; o marçal a dizer que não lhe dava os parabéns (não percebo, mas da-se os parabéns pela conquista ou pela forma como se festeja um título?); os adeptos portistas; a bófia; a forma como as notícias são apresentadas; o nouvelle moralismo do vieira; os posts nos blogs; o pedro ribeiro a escrever «à adepto»*; os comentários; no fundo, a rataria encantada pela flauta.
* depois de ver outras imagens, escreveu o seguinte «a todos os que vieram aqui dizer que tinham deixado de gostar de mim, gostava de tranquilizar: na verdade, nunca gostaram. só o descobriram agora, o que é óptimo para eles e para mim.». caro ribeiro, eu gosto, continuo a gostar e antes já gostava. mas nalgumas partes do texto puseste-te a jeito.
quinta-feira, maio 24, 2012
matthew cusick
digamos que era mais ou menos isto que eu quereria nas paredes duma casa. o senhor chama-se mateus e tem uma página com umas coisas, digamos, giras!
a divertir-me profundamente com o moralismo benfiquista de 24 de maio
(gosto tanto de ouvir opiniões e desabafos clubisticos, caramba!)
quarta-feira, maio 23, 2012
começa por apresentar...
... a sua certeza «é assim porque eu sei que é... » mesmo que o «é assim» seja a coisa menos importante - no sentido de depois as pessoas dizerem «ah, sim senhor, muito bom! - ou facilmente «verificável». mas não, é logo de chofre: «é assim, eu sei que é assim».
às vezes não sabemos que é assim e a primeira impressão que temos é ficarmos contentes por termos descoberto, aprendido, uma coisa nova. depois vemos que «afinal não é assim» e começamos a desconfiar. porém a certeza, as certezas demonstradas mantêm-se inalteráveis. tudo bem.
mais tarde, nos outros «eu sei que é assim porque...» ainda fazemos figuras de urso, tentando alertar para o facto de nem sempre ser «assim». «recorda-se que também da outra vez... julgava que era assim e foi-se a ver e ...». mas não «é assim!» e se depois afinal não for, logo se vê. mas por princípio, «é assim».
a seguir vem aquela fase em que o «é assim» nos incomoda. é isso, há um desconforto em presenciar, em ter que aturar, que lidar com aquela sucessão de «é 'assins'», cabotinos e arrivistas. mais a mais porque quando vem a verificação que afinal o «é assim» era um «é assado», acontece-nos um sorriso irónico, pavloviano, como que a dizer «mais uma das suas certezazinhas, não é?»
ontem lá veio mais outro «é assim». afinal - olha a novidade! - não era «assim». pronto, já atingimos aquela fase em que já nada fazemos: nem alertamos, nem sorrimos ironicamente com o ridículo destas situações, nem.... simplesmente encolhemos os ombros e rezamos para não estarmos presentes no próximo «é assim» que certamente surgirá.
gosto tanto de pessoas com certezas.
às vezes não sabemos que é assim e a primeira impressão que temos é ficarmos contentes por termos descoberto, aprendido, uma coisa nova. depois vemos que «afinal não é assim» e começamos a desconfiar. porém a certeza, as certezas demonstradas mantêm-se inalteráveis. tudo bem.
mais tarde, nos outros «eu sei que é assim porque...» ainda fazemos figuras de urso, tentando alertar para o facto de nem sempre ser «assim». «recorda-se que também da outra vez... julgava que era assim e foi-se a ver e ...». mas não «é assim!» e se depois afinal não for, logo se vê. mas por princípio, «é assim».
a seguir vem aquela fase em que o «é assim» nos incomoda. é isso, há um desconforto em presenciar, em ter que aturar, que lidar com aquela sucessão de «é 'assins'», cabotinos e arrivistas. mais a mais porque quando vem a verificação que afinal o «é assim» era um «é assado», acontece-nos um sorriso irónico, pavloviano, como que a dizer «mais uma das suas certezazinhas, não é?»
ontem lá veio mais outro «é assim». afinal - olha a novidade! - não era «assim». pronto, já atingimos aquela fase em que já nada fazemos: nem alertamos, nem sorrimos ironicamente com o ridículo destas situações, nem.... simplesmente encolhemos os ombros e rezamos para não estarmos presentes no próximo «é assim» que certamente surgirá.
gosto tanto de pessoas com certezas.
terça-feira, maio 22, 2012
o pormenor...
... que eu mais gosto está na ementa.
não pelos pratos que lá estão,
que são sempre uns valentes grelhados de carne e uns peixes bestiais
também não pelo facto de ser apresentada nuns papéis muito pequenos
aí com uns 10 por 12 centímetros, por vezes escritos a lápis, que me obrigaram hoje, por exemplo, a levar comigo ujóculos.
mas porque, imaginem, eles são policopiados com papel químico. (sim, leram bem.) provavelmente ainda restos dos que havia nos antigos boletins do totoloto.
ementas feitas a computador? nahhh. escritas à máquina? pffff. fotocópias? isso é para meninos. é mesmo à unha, com letra de primária, daquela bonita, como a que os nossos pais têm, sabem?
mas este pormaior das ementas é um facto que não provoca admiração. pelo menos a mim. reparem, tudo está contextualizado: o serviço é fixe; há asseio; tem televisão a cores; os finos saem com pressão; os empregados são simpáticos; a comida, imagine-se, é boa...
tem é um senão: é barato! e isso, vocês sabem, afasta logo aquele caralhinho de pessoas que gostam de ir comer a sítios que aparecem na taimaute ou na sábado, com cadeiras parecidas com as do lêruá merlã o daquelas outras, que parecem taparuéres do starck, com iluminações que lembram as salas dos velórios e mais o enfado das músicas do nuvél vag e...
(é bom que assim seja, para que eu tenha sempre mesas livres e não haja gente conhecida a gozar-me na cara por me ver de óculos na ponta do nariz - isso significa, no meu caso, estar a uns bons 34 cms dujólhos - quando separo as espinhas dos lombos.)
não pelos pratos que lá estão,
que são sempre uns valentes grelhados de carne e uns peixes bestiais
também não pelo facto de ser apresentada nuns papéis muito pequenos
aí com uns 10 por 12 centímetros, por vezes escritos a lápis, que me obrigaram hoje, por exemplo, a levar comigo ujóculos.
mas porque, imaginem, eles são policopiados com papel químico. (sim, leram bem.) provavelmente ainda restos dos que havia nos antigos boletins do totoloto.
ementas feitas a computador? nahhh. escritas à máquina? pffff. fotocópias? isso é para meninos. é mesmo à unha, com letra de primária, daquela bonita, como a que os nossos pais têm, sabem?
mas este pormaior das ementas é um facto que não provoca admiração. pelo menos a mim. reparem, tudo está contextualizado: o serviço é fixe; há asseio; tem televisão a cores; os finos saem com pressão; os empregados são simpáticos; a comida, imagine-se, é boa...
tem é um senão: é barato! e isso, vocês sabem, afasta logo aquele caralhinho de pessoas que gostam de ir comer a sítios que aparecem na taimaute ou na sábado, com cadeiras parecidas com as do lêruá merlã o daquelas outras, que parecem taparuéres do starck, com iluminações que lembram as salas dos velórios e mais o enfado das músicas do nuvél vag e...
(é bom que assim seja, para que eu tenha sempre mesas livres e não haja gente conhecida a gozar-me na cara por me ver de óculos na ponta do nariz - isso significa, no meu caso, estar a uns bons 34 cms dujólhos - quando separo as espinhas dos lombos.)
segunda-feira, maio 21, 2012
- é ambicioso?
- sou... sou.
(e ele responde... assim, quase sem hesitações, sem caganças, sem medo.. sem nada. bonito.)
(e ele responde... assim, quase sem hesitações, sem caganças, sem medo.. sem nada. bonito.)
domingo, maio 20, 2012
não é um bom filme...
... é um mero... filminho.
e no entanto...
baixo orçamento, as calças dela, a estrada, a américa, road trip usa, big sur, estradas outra vez, motéis, ela com o cabelo apanhado, ela depois sem o cabelo apanhado, a banda sonora, outra vez as calças dela... e o resto das roupas... e ela... just say yes, just say there's nothing holding you back... e tudo e tudo e tudo...
sábado, maio 19, 2012
sexta-feira, maio 18, 2012
o chavalo volta a cagar a fralda e ela parte-lhe um braço...
... mas quando ele lhe fornica completamente um divino quarto forrado a mapas - deus do céu, mapas! - ela «só» lhe espezinha a bisnaga.
sou contra!
era nessa altura que ela lhe deveria ter cortado os colhões!
sou contra!
era nessa altura que ela lhe deveria ter cortado os colhões!
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