domingo, junho 24, 2012

há um anúncio da brisa concessões...

... em que os gajos tentam vender obrigações e merdas assim e cujo texto tem a seguinte frase "...sendo a brisa concessão responsável pela maior rede de auto-estradas em portugal" e aosdespois tem um asterisco. olhamos cá em baixo para ver o que quer aquilo dizer e então eles escrevem assim depois do asterisco "fonte: brisa". ora eu não duvido da brisa quando ela me valida que a brisa concessão é responsável pela maior rede de blá blá blá... mas isso não é mais ou menos como o eusébio dizer que o benfica é o maior do mundo e botar lá um asterisco a dizer "fonte: dono do barbas da costa"?

sexta-feira, junho 22, 2012

aquilo era, assim, meio cilíndrico...

... e aosdespois tinha um papel lá colado que dizia: esporão, reserva e tinha também uns números. era o número dois, depois duas bolinhas e logo a seguir o número nove.

tinha também um desenho lá pespegado junto com essas palavras e esse números. mas, confesso, para o desenho já não liguei pevide. aliás, minto, para o desenho eu caguei literalmente!


(pronto, foi assim.) 

a império bonança,...

... pelo punho duma senhora chamada rita sambado, comunicou aos seus clientes que a companhia se tinha fundido com a fidelidade mundial, resultando uma nova companhia, chamada fidelidade - companhia de seguros, s.a.

quando li a carta lembrei-me de imediato de duas outras cartas.


esta


e esta.



cara rita, acredite, por que é a senhora que dirige o departamento, lamentavelmente, não tem ninguém acima de si que lhe diga que sabe comunicar. sério, não sabe!

a parte boa da história, é que a senhora não está sozinha. na grande maioria dos casos, as empresas «não estão nem aí», preocupando-se em saber se os remetentes irão entender ou não, as mensagens que pretendem transmitir.


muitas vezes, fico a pensar isso mesmo, vocês não querem mesmo que nós vos entendamos. é o espírito vitor gaspar: se nós percebessemos mesmo o que ele está para ali a dizer, a coisa, acredito, seria muito mais grave.

é a vida.

ventarola


giro


... inutil dormir que a dor não passa...


i'm driving by your house. though i know you're not home


quinta-feira, junho 21, 2012

mais giro que gajas que se interessam, estranha...

...e inusitadamente, por bola, por estas alturas de campeonatos do mundo e da europa, são os homens que também fazem o mesmo.

uma mulher não saber o que é a basculação lateral, é, digo eu, uma virtude. agora um homem que julga que o fora-de-jogo é quando a bola sai do campo é, no mínimo... bom, vocês sabem o que é.

é isso mesmo, vêem?

quarta-feira, junho 20, 2012

chullage ontem no bairro alto

(o único programa com convidados que não aparecem noutros programas.)

aqui.

(torpedrito)

12 anos depois... que giro.

descobri que ainda há relógios casio.

vi um com máquina calculadora.

(não faz telefonemas) 

ele tem 68 (e eu vou repetir um post)







não me interessa repetir aqui o óbvio: que é um disco importante na nossa vida por isto, por aquilo e pelo tanto mar.

adiante.

eu gosto deste vídeo não apenas porque é um óbvia repetição dos concertos do canecão de 1975 mas por tudo o resto. aqui tudo é perfeito. não sei se havia hipótese de ficar melhor, provavelmente sim. mas como dizem os parolos «o óptimo é inimigo do bom» (mas desde quando, porra?)

ele não surge assim, como que ao acaso. mas dá ideia que sim. mas não, na realidade ele aparece, precisamente, quando ela diz «vem, por favor não evites, meu amor meus convites...»

ele não entra por uma das laterais do palco, ele vem da própria plateia. assim, como um fã inconsequente que vai ali ao micro avisar que a adora ou como se ali fosse pedir, encarecidamente, ao proprietário do opel corsa, de 1985, (daqueles com rabinho) bórdô, o favor de comparecer junto ao mesmo.

ele vem magro, enxuto, seco de carnes. a camisa é limpa, alva, imaculadamente passada a ferro e, certamente, engomada nos colarinhos: duros, abertos, alipotentes.

a mão dela segurando-lhe a sua mão esquerda, ali, firme mas ao mesmo tempo distraída do uso da forma, soltando-o para abrir os braços e lhe dizer que o quer todo para ela.

«ai eu quero te dizer, que o instante de te ver...

e não há uma nota mais alta do que devia, e não há um esganiçado inoportuno, e não há nada que perturbe aquela subida, aquela escalada de emoções: é tudo - falsamente - sereno, «e agora que cheguei, eu quero a recompensa, eu quero a prenda imensa dos carinhos seus» é tudo tão óbvio, é tudo - e apesar de tudo - tão sofrido «só vim te convencer que eu vim p'ra não morrer»

alunos que abraçam professores com ternura,...

... ali, bem à minha frente.



(é nesses momentos que vocês esquecem que vivem numa sociedade que vos respeita tão pouco e vos retribuiu com menos ainda, não é?)

terça-feira, junho 19, 2012

é sempre, sempre a mesma coisa!

às tantas já me fazia sinais lá do palco improvisado, para que eu parasse de chorar e limpasse as lágrimas.

segunda-feira, junho 18, 2012

€ 3,45

às vezes é assim mesmo, às vezes a felicidade não é uma coisa avassaladora, enorme, assim, que nos cobre durante dois meses da nossa vida.

às vezes, não. às vezes vem, assim, apenas em blocos. blocos de duas horas, blocos de uma semana. até
blocos de 50 minutos, imagine-se!

às vezes temos que pagar para isso: € 200,00, €1.000,00, o que for.

também há de borla.

às vezes são apenas €3,45.

se for assim, a ideia é curtir o bloco, por pequeno que seja, e não pensar que dali a 3 minutos já estaremos a trabalhar outra vez. provavelmente infelizes.

domingo, junho 17, 2012

alguém que conheça pessoas no record...


... que lhes explique que as caravelas tinham realmente uma cruz mas, caramba, não era propriamente a de são jorge.

expliquem-lhes também, se querem brilhar, que a esfera armilar era um símbolo pessoal (uma espécie de identidade corporativa) do dom manuel i e que os republicanos de mil nove e dez, os gajos com pior gosto cromático de sempre, decidiram que ficava bem ali no meio do verde e vermelho (deus do céu!). enfim.

com a bunda exposta na janela p'rá passar mão nela