... no preciso momento em que estou a lavar a louça, lembrei-me imediatamente que um bácoro do caneira deveria se hospedar na minha pança, fazendo o check in nos 32 segundos seguintes.
sexta-feira, junho 08, 2012
gente amiga,...
... duma forma simpática e altruísta, fala-me duma história dum livro do saramago.
ouço-a em silêncio e também em silêncio reflito sobre a sorte que o mundo tem, em terem já sido editados tantos milhões de livros, que nos permitem estarmos sempre a ler qualquer coisa, sem necessitarmos de irmos aos livros do zé.
(entre outros.)
ouço-a em silêncio e também em silêncio reflito sobre a sorte que o mundo tem, em terem já sido editados tantos milhões de livros, que nos permitem estarmos sempre a ler qualquer coisa, sem necessitarmos de irmos aos livros do zé.
(entre outros.)
coisas que adoro...
... em portugal e em qualquer outro país:
há uma gaja que vai cantar com o bryan adams. cantou. houve pessoas que bateram palmas. houve outras que não gostaram.
até aqui tudo bem.
paralelamente a isso houve um colhão de pessoas que desataram a gastar tempo, não a dizer que gostaram ou não gostaram, mas a dissertar sobre se tudo estava ou não combinado, sobre a hipótese de o bryan adams a ter mandado calar, sobre o facto de saber a letra ou não, sobre até, imagine-se, a forma como estava a representar o nosso país...
(fade até aparecerem os créditos finais.)
houve um gajo que criticou a forma como está a decorrer o estágio da selecção, houve outro gajo que também criticou.
uns gostaram, outros não gostaram.
os que não gostaram invocaram inveja e falta de tacto dos críticos. os criticados também.
ou seja, todos comentaram o momento e os remetentes das críticas, ninguém comentou, curiosamente, as críticas.
na minha terra chama-se a isto, falta de senso crítico. não, esperem, na minha terra é precisamente isto que não acontece.
(fade até aparecerem os créditos finais.)
há uma gaja que vai cantar com o bryan adams. cantou. houve pessoas que bateram palmas. houve outras que não gostaram.
até aqui tudo bem.
paralelamente a isso houve um colhão de pessoas que desataram a gastar tempo, não a dizer que gostaram ou não gostaram, mas a dissertar sobre se tudo estava ou não combinado, sobre a hipótese de o bryan adams a ter mandado calar, sobre o facto de saber a letra ou não, sobre até, imagine-se, a forma como estava a representar o nosso país...
(fade até aparecerem os créditos finais.)
houve um gajo que criticou a forma como está a decorrer o estágio da selecção, houve outro gajo que também criticou.
uns gostaram, outros não gostaram.
os que não gostaram invocaram inveja e falta de tacto dos críticos. os criticados também.
ou seja, todos comentaram o momento e os remetentes das críticas, ninguém comentou, curiosamente, as críticas.
na minha terra chama-se a isto, falta de senso crítico. não, esperem, na minha terra é precisamente isto que não acontece.
(fade até aparecerem os créditos finais.)
quarta-feira, junho 06, 2012
não é só por me ter afastado dos cinemas...
... que sinto falta de morar em lisboa.
os alfarrabistas... os alfarrabistas... sentem também a minha falta.
(sentem nada. eu era um chulão. entrava, cumprimentava, sacudia o pó dos livros e voltava costas sem fazer despesa.)
os alfarrabistas... os alfarrabistas... sentem também a minha falta.
(sentem nada. eu era um chulão. entrava, cumprimentava, sacudia o pó dos livros e voltava costas sem fazer despesa.)
hoje recordei-me....
.... que eu antigamente adorava «ganhar» 15/17 minutos do meu tempo no cimo dos armazéns eduardo martins.
terça-feira, junho 05, 2012
ok,...
... isto é um espectáculo. um espectáculo ainda por cima com câmaras de televisão por todo o lado. a primeira coisa que «aquele» grupo de pessoas pensa é «ah, isto é combinado e preparado de antemão!».
mas ainda assim, caramba, vejam as imagens com o desafio que o ricardo lhe propõe e tentem pensar que é mesmo assim.
até porque, acreditem, com as pessoas em questão, é tão provável de ter acontecido de surpresa.
mas ainda assim, caramba, vejam as imagens com o desafio que o ricardo lhe propõe e tentem pensar que é mesmo assim.
até porque, acreditem, com as pessoas em questão, é tão provável de ter acontecido de surpresa.
segunda-feira, junho 04, 2012
o pai do tyler...
... trabalha numa fábrica em minneapolis.
o presidente do país onde fica minneapolis foi fazer uma visita a essa fábrica.
o tyler é um aluno nota dez... mas queria conhecer o presidente, fez gazeta e foi com o pai para o trabalho. malandrice!...
contou a história ao presidente, ele compreendeu a situação e decidiu meter uma cunha ao stôr.
o presidente do país onde fica minneapolis foi fazer uma visita a essa fábrica.
o tyler é um aluno nota dez... mas queria conhecer o presidente, fez gazeta e foi com o pai para o trabalho. malandrice!...
contou a história ao presidente, ele compreendeu a situação e decidiu meter uma cunha ao stôr.
(querem ver o quanto a «coisa» era boa? ou melhor, eram boas?)
da segunda música dos xutos em diante, eu estava a curtir tanto, mas tanto, que recuei ao outono de 1985, praça luis de camões, concerto da campanha pelo salgado zenha e fingi que não houve nenhum tempo a mediar aquela noite desta.
domingo, junho 03, 2012
... barefoot girl sitting on the hood of a dodge...
... drinking warm beer in the soft summer rain...
sábado, junho 02, 2012
alguém que assina...
... como or, escreveu isto na empaiâr de março:
que já estamos tão habituados a ficar deslumbrados na sua versatilidade que quase nos apetece chamar-lhe a versão masculina de meryl streep.
o (ou a, não sei, não estive para foder a vista a folhear - e não desfolhar, pelo amor da santa! - páginas para trás à procura do nome) tal or referia-se ao ryan gosling.
há opiniões do caralho, não há?
que já estamos tão habituados a ficar deslumbrados na sua versatilidade que quase nos apetece chamar-lhe a versão masculina de meryl streep.
o (ou a, não sei, não estive para foder a vista a folhear - e não desfolhar, pelo amor da santa! - páginas para trás à procura do nome) tal or referia-se ao ryan gosling.
há opiniões do caralho, não há?
sexta-feira, junho 01, 2012
quando eu era criança...
... (e adolescente também), estava convencido que quando fossemos crescidos iríamos depurar certas coisas fatelas que habitavam em nós.
enganei-me.
enganei-me.
Subscrever:
Mensagens (Atom)





