sexta-feira, dezembro 30, 2011
quinta-feira, dezembro 29, 2011
é que volta e meia dá nisto
o que me fazia mesmo falta agora eram aqueles dois camaleões que o chico do talho costumava ter na montra, e que num ápice dariam conta, na certa, do caralho das moscas e dos mosquitos que desaustinadamente voam aqui na loja.
(ou então alguém com conhecimentos de controlo aéreo que venha cá dar pôr organização nisto.)
(ou então alguém com conhecimentos de controlo aéreo que venha cá dar pôr organização nisto.)
e de maneiras que é isto.
cruzei-me, há pouco, com a ana e o quim. tinham ido registar o neto ali na conservatória de alcântara, já que é a que mais próxima se encontra de belém, local onde o puto nasceu.
o miúdo chama-se jesus e a senhora do registo perguntou, meio a brincar, se os pais são do benfica e decidiram assim fazer uma homenagem ao treinador. todos se riram com a piadola mas os avós disseram que não, que são dos belenenses, pois o clube é o braço desportivo de deus.
a mãe, maria, ficou em casa acamada porque se infectou num dos pontos da costura. o pai, zé, estava, naquele momento a telefonar, meio furibundo, aos sogros, para ver se eles sabiam o nif da maria, pois estava na fila da seg. social a entregar o papel da licença de parto e lá os gajos estavam a pedir isso.
enfim, vivemos num mundo de burocracias.
o miúdo chama-se jesus e a senhora do registo perguntou, meio a brincar, se os pais são do benfica e decidiram assim fazer uma homenagem ao treinador. todos se riram com a piadola mas os avós disseram que não, que são dos belenenses, pois o clube é o braço desportivo de deus.
a mãe, maria, ficou em casa acamada porque se infectou num dos pontos da costura. o pai, zé, estava, naquele momento a telefonar, meio furibundo, aos sogros, para ver se eles sabiam o nif da maria, pois estava na fila da seg. social a entregar o papel da licença de parto e lá os gajos estavam a pedir isso.
enfim, vivemos num mundo de burocracias.
«devem pensar que me comem, devem!»
- então e não prefer pagar por multibanco? ainda é muito dinheiro...
- nahh, eu vou ali levantar e trago-lhe já o dinheiro.
- ai sim?
- sim. eu não gosto que o banco saiba onde gasto o dinheiro!
fico muito feliz...
... por não perceber rigorosamente nada de cinema e assim poder dizer que o drive é uma valente merda!
contudo, há ali aqueles 10/12 minutos em que a christina anda a passear o seu real e exuberante cagueiro e mais o seu bélico mamaçal, altura durante a qual abençoei e agradeci, por um dia alguém ter inventado a palavra «carne».
contudo, há ali aqueles 10/12 minutos em que a christina anda a passear o seu real e exuberante cagueiro e mais o seu bélico mamaçal, altura durante a qual abençoei e agradeci, por um dia alguém ter inventado a palavra «carne».
quarta-feira, dezembro 28, 2011
terça-feira, dezembro 27, 2011
há por aí psicólogos?
sonho que estou numa situação de que não me recordo muito bem ( mas dava ideia que era no meio duma desgraça natural qualquer, assim tsunami ou isso) e o 'gajo' aparece no sonho. tem uma nikon ao pescoço. eu falo-lhe não sei o quê meio em desespero e ele pergunta:
- mas a tua... era de que marca?.... canon?.... ui!...
(e aquele ui é dito assim como se alguém quisesse dizer «compraste levado pelo instinto, não foi? compraste merda, percebes? nikon é que é, já deverias saber)
e eu fico assim resignado, a fixar-me na máquina dele, assim bojuda, cheia de motoes e lentes e merdas assim, enquanto tentamos fugir e salvarmo-nos e tal...
- mas a tua... era de que marca?.... canon?.... ui!...
(e aquele ui é dito assim como se alguém quisesse dizer «compraste levado pelo instinto, não foi? compraste merda, percebes? nikon é que é, já deverias saber)
e eu fico assim resignado, a fixar-me na máquina dele, assim bojuda, cheia de motoes e lentes e merdas assim, enquanto tentamos fugir e salvarmo-nos e tal...
noutro dia passei na ensitel...
... e vi aquilo cheio de malta.
quero acreditar que era tudo clientela que não usa o facebook e merdas assim.
(rio-me sempre quando me vêm falar no poder das redes sociais e mais o catano!)
(pode ser um poder muito espalhafatoso mas depois vai-se a ver e...)
quero acreditar que era tudo clientela que não usa o facebook e merdas assim.
(rio-me sempre quando me vêm falar no poder das redes sociais e mais o catano!)
(pode ser um poder muito espalhafatoso mas depois vai-se a ver e...)
sexta-feira, dezembro 23, 2011
... quando chegou carta, abri. quando ouvi prince, dancei. quando o olho brilhou, entendi...
na cozinha, em som de fundo o love bizarre. no micro-ondas aquecia uma malga de leite. enquanto esperava... dançava-se!
saiu da cama, veio até à porta da cozinha, encostou-se no ombreira e ficou a olhar. primeiro a sorrir e depois com um ar de... ai meu deus, se mais alguém vê isto.
(fez um looping com os olhos, cerrou, suavemente a porta e deixou-me lá dentro agarrado ao grooove da sheila.)
saiu da cama, veio até à porta da cozinha, encostou-se no ombreira e ficou a olhar. primeiro a sorrir e depois com um ar de... ai meu deus, se mais alguém vê isto.
(fez um looping com os olhos, cerrou, suavemente a porta e deixou-me lá dentro agarrado ao grooove da sheila.)
quinta-feira, dezembro 22, 2011
ó joaaaaaaaaaaaaaaaaana, anda cá ouvir isto, pá!
assim que me lembre, sem pensar muito, não há um único disco daqueles que vêm com revistas, que tenha alguma coisa de jeito. repito, não me lembro mesmo. por isso, quando compro as revistas que trazem cê dê, peço-o à menina da caixa - não, brincas! - mas, apenas, por que assim fico logo com uma capinha para agasalhar um qualquer dêvê dê que grave à minha mãe. o cêdê, esse, vai direitinho para o lixo.
esta revista que agora mesmo coloco foto da capa
lembrou-se de estragar este meu fabuloso e bem esgalhado preconceito.
na capa da revista dizia «ah e tal versões do sticky fingers» e eu pensei «mau, tu queres ver que a dona raquel já ganhou uma capa para levar mais uma mão cheia de episódios de seriados histórico abarco ingaleses?»
o disco esteve a marinar durante uns dias na minha secretária (uma coisa chiquésima, assim desenhada pelo alvar aalto ou outra merda qualquer do género) até que eu me lembrei - e bem, é de salientar - de colocá-lo no meu fabuloso leitor multimedia clicando de seguida no botão que tem um triângulo isósceles a apontar para a direita.
brown sugar, cá vai isto!
humm... tu queres ver... espera lá...
sway, eh lá...
can't you hear me knocking, fooooooooooooooooooooda-se!
os roulingue pedras, para quem não sabe, pegaram em canções de blues (ou rock and roll, noutros casos) e lá fizeram uns arranjos à maneira deles. à maneira de darford, pertantes. mas o osso, o espírito, o núcleo sempre foram os blues. e mesmo quando decidiram ver se sabiam fazer canções em vez de tocarem versões, sempre se nortearam pelos blues. os blues sempre estiveram lá. mesmo que parecessem ser coisas de rock and roll.
é giro perceber que a mojo teve a peregrina, imaculada e feliz ideia de perguntar a uns maduros, se estavam dispostos a fazer umas versões, cheias de blues e soul, do sticky fingers. no fundo, era o sentido contrário da coisa. foste do blues cru (e do soul) para o rock, voltas do rock para o soul e o blues mais cru e despido.
e não é que conseguiram? é que conseguiram mesmo!
caramba, é que não há uma versão má. aquilo cheira a otis reading, a tarantino, a soul train por todos os bits do cabrão do disco. mais, aquilo está cheio de bandas daquelas que aparecem nas últimas páginas da taíme aute de londres, que compramos quando lá vamos na esperança de ver alguma coisa ao vivo e, depois desistimos porque só lemos nomes que não lembram ao menino jesus (que está quase a nascer, atente-se!). mas quem são estes gajos? hummm, nah, eu queria era ouvir aqueles outros que tocavam o patchouly, essa é que é essa!
venham aqui, por exemplo e percebam quem é que canta o quê. aos despois, façam cópi-peiste com os nomes e as cantigas que lá estiverem e pesquisem no tubo. sério, procurem, indaguem, façam-se à estrada. são umas atrás das outras.
e conseguir manter o pezinho (principalmente o esquerdo) sossegado? não é fácil. ele fica ali a bater e tal...
(se procurarem com atenção, conseguem ouvir a coisa toda na net. se procurarem realmente muito bem, conseguem, imagine-se, roubá-lo na net. ai, ai...)
(só mais outra coisa: tem o angie como bonus track. e é bónus porque é uma canção dum disco que saiu mais à frente que o fingers. é uma canção que eu nunca, mas nunca mesmo atinei. é, digamos, tão secante quanto o lover why dos century e pior, seguramente, que o i want to know what love is dos foreigner. mas aqui, neste disco... ui, aquilo até estala. se a poderia postar aqui? sim, poderia. mas apeteceu-me escolher antes esta. pronto, manias, não é?)
não precisam de gostar. por mim tanto se me dá. mas depois... vocês lá sabem!
esta revista que agora mesmo coloco foto da capa
lembrou-se de estragar este meu fabuloso e bem esgalhado preconceito.
na capa da revista dizia «ah e tal versões do sticky fingers» e eu pensei «mau, tu queres ver que a dona raquel já ganhou uma capa para levar mais uma mão cheia de episódios de seriados histórico abarco ingaleses?»
o disco esteve a marinar durante uns dias na minha secretária (uma coisa chiquésima, assim desenhada pelo alvar aalto ou outra merda qualquer do género) até que eu me lembrei - e bem, é de salientar - de colocá-lo no meu fabuloso leitor multimedia clicando de seguida no botão que tem um triângulo isósceles a apontar para a direita.
brown sugar, cá vai isto!
humm... tu queres ver... espera lá...
sway, eh lá...
can't you hear me knocking, fooooooooooooooooooooda-se!
os roulingue pedras, para quem não sabe, pegaram em canções de blues (ou rock and roll, noutros casos) e lá fizeram uns arranjos à maneira deles. à maneira de darford, pertantes. mas o osso, o espírito, o núcleo sempre foram os blues. e mesmo quando decidiram ver se sabiam fazer canções em vez de tocarem versões, sempre se nortearam pelos blues. os blues sempre estiveram lá. mesmo que parecessem ser coisas de rock and roll.
é giro perceber que a mojo teve a peregrina, imaculada e feliz ideia de perguntar a uns maduros, se estavam dispostos a fazer umas versões, cheias de blues e soul, do sticky fingers. no fundo, era o sentido contrário da coisa. foste do blues cru (e do soul) para o rock, voltas do rock para o soul e o blues mais cru e despido.
e não é que conseguiram? é que conseguiram mesmo!
caramba, é que não há uma versão má. aquilo cheira a otis reading, a tarantino, a soul train por todos os bits do cabrão do disco. mais, aquilo está cheio de bandas daquelas que aparecem nas últimas páginas da taíme aute de londres, que compramos quando lá vamos na esperança de ver alguma coisa ao vivo e, depois desistimos porque só lemos nomes que não lembram ao menino jesus (que está quase a nascer, atente-se!). mas quem são estes gajos? hummm, nah, eu queria era ouvir aqueles outros que tocavam o patchouly, essa é que é essa!
venham aqui, por exemplo e percebam quem é que canta o quê. aos despois, façam cópi-peiste com os nomes e as cantigas que lá estiverem e pesquisem no tubo. sério, procurem, indaguem, façam-se à estrada. são umas atrás das outras.
e conseguir manter o pezinho (principalmente o esquerdo) sossegado? não é fácil. ele fica ali a bater e tal...
(se procurarem com atenção, conseguem ouvir a coisa toda na net. se procurarem realmente muito bem, conseguem, imagine-se, roubá-lo na net. ai, ai...)
(só mais outra coisa: tem o angie como bonus track. e é bónus porque é uma canção dum disco que saiu mais à frente que o fingers. é uma canção que eu nunca, mas nunca mesmo atinei. é, digamos, tão secante quanto o lover why dos century e pior, seguramente, que o i want to know what love is dos foreigner. mas aqui, neste disco... ui, aquilo até estala. se a poderia postar aqui? sim, poderia. mas apeteceu-me escolher antes esta. pronto, manias, não é?)
não precisam de gostar. por mim tanto se me dá. mas depois... vocês lá sabem!
já é oficial: depeche mode no rock in rio
é óbviamente tanga. mas pronto, queria só ver como é que ficava... assim... escrito.
fica bonito, não fica?
quarta-feira, dezembro 21, 2011
agora a sério
sem desprimor por algumas das profissões tão publicamente galardoadas como comentador de rialiti chous, relações-públicas de discotecas, moderador de programas televisivos para sopeiras ou gestor de blogs com fotografias de coisas que servem para vestir ou acartar as chaves de casa e os batonzes, eu gostava de deixar por aqui exarado que ainda me fascinam as pessoas que conseguem e sabem ser professores primários.
ter a capacidade de ministrar a crianças o poder de saber ler, escrever, contar ou função da bílis, meus amigos, ainda é uma coisa que me deixa apaixonado e comovido.
(obrigado, querida amiga. o orgulho é todo nosso.)
ter a capacidade de ministrar a crianças o poder de saber ler, escrever, contar ou função da bílis, meus amigos, ainda é uma coisa que me deixa apaixonado e comovido.
(obrigado, querida amiga. o orgulho é todo nosso.)
terça-feira, dezembro 20, 2011
se fosse eu a decidir...
... de que estilo eu seria se num mundo imaginário eu soubesse tocar guitarra, nunca seria o page, ou o micky moody, ou o clapton, ou o kif ou seja lá quem fosse. eu queria ser o nile rodgers.
simplesmente porque queria saber fazer nhec-nhec-nhec na guitarra como só ele sabia e continua, acredito, a saber.
como aqui no coming out - uma canção sobre pessoas que abrem as portas do armário e soltam a franga. juro! - onde a diva fatela ross se pavoneava mas ... enfim.
por outro lado, convenhamos, uma gaja a tocar baixo - e bateria, claro! - ainda para mais, num de 5 cordas, por mais ar de... que ela aparente ter, sejamos francos, fica sempre com uma valente pintarola!
simplesmente porque queria saber fazer nhec-nhec-nhec na guitarra como só ele sabia e continua, acredito, a saber.
como aqui no coming out - uma canção sobre pessoas que abrem as portas do armário e soltam a franga. juro! - onde a diva fatela ross se pavoneava mas ... enfim.
por outro lado, convenhamos, uma gaja a tocar baixo - e bateria, claro! - ainda para mais, num de 5 cordas, por mais ar de... que ela aparente ter, sejamos francos, fica sempre com uma valente pintarola!
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