quarta-feira, janeiro 30, 2008

remodelar

sobre isto eu quero apenas salientar o seguinte.

diz-nos a priberam que

remodelar

Conjugar


v. tr.,
tornar a modelar;
refazer, reformar ou reorganizar com alguma profundidade;
dar nova forma a;
modificar, melhorando;
transformar.


ora, uma coisa é eu dizer que saía o raul meireles e reentrava o anderson. tudo bem, modificava a coisa melhorando substancialmente o produto final. dizerem-me que tirava o fucille para entrar o cech, meus amigos, isto é tudo menos uma remodelação. quanto muito será uma substituição.

para bom entendedor...

segunda-feira, janeiro 28, 2008

jazzin' for blue jean

e por falar em julien temple e por falar em anos oitenta, quem quiser "ganhar" vinte minutos da sua vida com uma coisa bestial do bowie, veja estes dois videozinhos que compõem uma coisa bestial - que eu não via há uns vinte cinco anos - e que é uma edição loooooonga do teledisco do blue jean.

um mimo.

parte um


parte dois

corte final do agente secreto - parte do agente

se se perguntar a um qualquer crítico de música qual é o melhor disco dos stones, a maioria dirá eventualmente o exile on main st. até acabo por aceitar a coisa, sim snhor. mas para mim o melhor tem de ser sempre o que eu mais gosto. e o que eu mais gosto, calha de caminho ser um dos que os críticos menos gosta: o undercover.

este disco veio para minha casa na mesma leva duns brasileiros que um amigo do final da década de oitenta tinha. andou metido numa cassete juntamente com o the fire still burns e duas mais duas ou três do whiplash smile. estávamos aí em 1988 e há qualquer coisa que me arrepia quando ouço o she was hot, o wanna hold you, o feel on bay ou o it must be hell. eu adoro de morte este disco. e atenção que eu sou fanzoca da banda. para todos os efeitos é a minha banda. e bem sei que não fica nada bem no currículo ter como disco favorito uma reles produção dos anos oitenta. não há nada a fazer. também acho que não perdemos gajas com estas opções (nunca se sabe, nunca se sabe).

lembram-me tanta coisa, bolas: não sei se são umas sandes de atum que eu comia ali junto à fidelidade de santo amaro de oeiras ou mesmo no jovinela, não sei se é o cheiro ao gel que nessa altura eu usava no cabelo, não sei se é dos passeios que dava pela figueirinha na minha hora de almoço quando trabalhava por lá, não sei. confesso que não sei.

pode até ser do gel de banho ou do jóvan musk oil, sei que há qualquer coisa dessa altura que renasce quando ouço aquelas músicas. adiante, não há nada a fazer.

adiante, vou deixar aqui um dos telediscos mais curtidos dos stones realizado pelo julian absolute begginers temple. é mesmo deste disco e tem a anita morris, uma actriz que era um naco do catano, tinha uns grandes pernões e que no maria lovers, leva uma valente retanchada do savage. bom, por falar em retanchadas com a anita, o rob lowe no hotel new hampshire também molha o bico com a cota toda grossa.

lá está, é a vida.


domingo, janeiro 27, 2008

corte final no agente secreto - parte do corte

eu não sei se gosto dos pink floyd. é certo que já gostei mais. já gostei de muito mais, diga-se! nunca me deu para ter paciência para aquelas coisas dos atom heart mother, ummagumma e afins. mas convenhamos, havia coisas do dark side of the moon que eu gostava muito (mas com partes chatas), o wish you were here é fixola (mas com partes muuuuuito chatas), o the wall é um maquinão, etc...

o que é curioso é que se considera o the final cut o pior album deles e calha de caminho ser aqule que eu mais gosto. porquê? pois não sei. mas tenho as minhas desconfianças.

ele esteve lá por casa por volta de 1985, depois duma tarde passada na barão de sabrosa em casa do paulinho reis (sim, pensando bem, a irmã dele tinha ali qualquer coisa, tinha sim, senhora). trouxe-o e foi minha companhia durante uns tempos valentes. veio atrelado ao facto do not, now john - a única faixa do disco cantada pelo gilmour - ser uma das músicas que foram singles e tocavam no tnt do jorge pego e da manuela moura guedes. fui-me acostumando ao disco e às tantas as emoções ficaram fundidas.

assim, não consigo entender se gosto daquelas músicas porque me recordam esses tempo se é mesmo porque ainda me arrepio com as sonoridades do the fletcher memorial home ou do the final cut (com solo de guitarra incluído).

mas pronto, gosto e recomendo.


capacidade extra

ainda sobre o que disse aqui, lembrei-me duma coisa, quando ouvi, lá no circo, uma avó contar que ela, de 4 anos, já anda de mãos dadas com os rapazes lá da rua:

será que a senhora se irá congratular também, quando (ou se) a neta ficar conhecida, lá por volta dos doze anos, por ser a mais perfeita brochista lá da rua?

ou será que nessa altura prefere ficar calada?

(eu por mim, continuo a achar: antes ter fama de ser boa do que ser uma coninha de sabão)

sporting tv

é impressão minha ou os jornalistas da sporttv têm um quê de "ora deixa cá fazer uma pergunta malandreca aos gajos do porto, a ver se conseguimos dar a entender aos assinantes que nos pagam o ordenado, que no fundo, no fundo, a gente quer é que o povo benfiquista e leonista (inventei agora) ande mais contente"?

não sei, não sei, isto digo eu. mas há qualquer coisa de estranho nas intervenções daquele repórter anafadinho* quando faz perguntas à malta do porto quando ganha de "forma duvidosa" ou quando os lisboetas vencem de forma "categórica" (adoro esta palavra).

* isto já para não falar do sousa martins que se lembrou de dizer que "nós vamos a guimarães e tal..."

ouvi na rádio

"e se não fosse aquele golo no dragão e mais o tal penalty contra o benfica, ora eram mais cinco pontos, o benfica tinha menos uns quantos, o porto, esse, tinha menos um porradão deles e, a esta altura, estávamos praticamente a encomendar as faixas."

pois, como disse o outro, "é fazer as contas."

eu não creio....

... em bruxas, mas que as há, há!

e se a coisa acabar em igualdades pontuais, o sporting tem uma vantagem de um golo de gol-alvará nos encontros contra o clube.

a frase (pergunta) da noite

- ó bruno, ó bruuuuuuuuuuno, então, foooooda-se?


pergunta, quase retórica, feita pelo moutinho ao bruno alves (seu, irregular companheiro de selecção) enquanto apontava para a perna marcada pelos pitons. trabalho feito quando o tripeiro, num acto de perfeito daltonismo, confundiu o verde do lameiro de alvalade, com o beije da xixa da perna do médio algarvio.


-eh pá, ó joão, não vi, desculpa!
(apeteceu-me rir)

vendedores de jornais

salve cardozo e helton*,
os que vendem jornais te saúdam!

isto estava um marasmo e pelos vistos deixou de estar. mas só um cibinho que por enquanto a distância pontual ainda permite estes devaneios.
estava mesmo com vontade de dizer que o clube mereceu ganhar o jogo, mas não me atrevo. é que há uma cena meio marada nas regras da bola que diz, que uma equipa é vitoriosa, quando marcar mais golos que o adversário. calha de caminho o scp ter marcado dois secos ao clube. de nada me vale pois, estar aqui a falar em perdidas flagrantes ou bolas ao ferro.

para quê, né?

* à conversa com um dos meus manos lagartos, perguntei-lhe: "quem é que vai marcar o golo do teu clube?". expliquei-lhe que tinha um post pré-estruturado (este), faltando apenas o nome do marcador do (eventual) golo leonino para completar o dito cujo. depois de ver os golos, um limpo e o outro "mais ou menos" (são coisas que acontecem para qualquer lado) ,decidi invocar o meu guardião. escolhas!

fráidei náite láites


a culpa é tua. sim, tua. o que é que foi? estás a estranhar? não é nada de grave. mas não deixa de ser um título honroso. decidi nomear-te meu personal series adviser.

achaste bonito?

(já estás mesmo a ver o que vai sair daqui, não estás?)

é que cada tiro teu, cada melro. cada sachadela, cada minhoca. ele foi o prison break, ele foi o rome, ele foi sei lá qual mais. o heroes também, não foi? eu sei é que não houve ainda uma série que me tenhas aconselhado a ver que eu não me tivesse ficado deleitado.

(o studio 60, também foste tu? já não me recordo, confesso)

eu bem tento o six feet under, mas demorei 4 dias para terminar o episódio piloto (vamos dar-lhe mais umas oportunidades), andei de volta do canastrão do jack bauer, mas parei no décimo primeiro da primeira temporada e não há maneira de me dar vontade de continuar aquilo, a anatomia é coisa para médicos e por isso meto no mesmo saco do house e do er. o csi é coisa de gajas....

e por isso, desisti. de ora em diante só vejo séries que me recomendes. nem compro mais a tv guia nem nada.

fráidei náite láites
. comecei ontem (sim, tenho andado regularmente a sacar a coisa, tenho sim senhor.), papei logo três episódios, assim, a eito. uma maravilha. que coisa tão bem escrita. actores do catano.

e gajas.

(há lá uma que gosto, depois digo-te qual é)

hoje, devo papar mais três episodiosinhos. uma maravilha, uma maravilha....

vamos ao circo do amor

ela nem sabia ao que ia, mas na noite anterior tinha lá estado junto ao paddock (sei lá bem como é que aquilo se chama!) em poses de paixão e ternura pelos animais: as cabrinhas anãs
- ai que corninhos tão fofinhos, paizito!
os cavalos
- como é que este se chama, pai?
- este é o saphire.
- pronto, pronto, meu lindo, eu depois venho cá dar-te auguinha, pronto, pronto...
o camelo
- olha aqui pai, que pescoço tão fofinho. olha eu agora com a a mão dentro da boca dele. não morde, vês...
os cãezinhos
- eu quero que me compres três cãezinhos. ou dois, pronto!
que eu decidi pegar nela e fazer o frete de lhe mostrar os seus "amiguinhos" numa actuação mais profissional.

ela é como eu, não tem pachorra para aquilo. vê a bicharia e tal mas depois cansa-se. eu, acho que nem para os bichos tenho paciência. (no circo, atenção, no circo.)

mas foi ao ver o senhor uólter dias, de caninha e chicote na mão a controlar as vontades dos leões, que dei por mim a achar aquilo muito, mas muito ridículo. e vieram-me à memória todos os pais (e afins. muitas avós, diga-se de passagem. e tias, tias também) que conheci e que faziam com os filhos, mais coisa menos coisa, o mesmo que aquele domador ia fazendo com os leões masai mara.

ou é porque têm de cantar a canção tal, ou é porque sabem apontar com aqueles dedinhos (normalmente com unhas pretas de brincarem com plasticina) o nome das letras, ou porque sabem contar até 96, ou porque sabem que o cápa dois é a segunda montanha mais alta deste planeta.

a coisa começa bem cedo. logo de bem pequeninos, quase recém-nascidos, têm logo de fazer para as primas afastadas e outros vizinhos que lá vão a casa, um ar asinino:
- faz o burrinho para a dona florença, faz, carlos ricardo, faz!
e as crianças, coitadas, lá têm de arreganhar a penca e os lábios em poses que não lembram ao diabo.

depois ou é porque já sabem caminhar mas afinal aquilo não passa de algo titubeante e quando a mãe decide, perante o olhar espectante dum grupo de visitas, "obrigar" a criança a mostrar que já caminha, o petiz dá dois passos, vai-se abaixo e abre a testa na esquina lateral da cómoda.

depois vêm as letras, os números, as marcas dos automóveis
nunca entendi porque raio têm as crianças - normalmente do sexo masculino - de ter um abrangente conhecimento do sector automóvel. não seria mais correcto pô-lo ao corrente do mercado bancário?
- de que banco é o vara, paulo ruben?
- luís fernando, como se chama aquele senhor de preto que diz fêck iu!
o pino, os pâzeles, o lego, por aí fora....

tenho pena das crianças, confesso que sim. a meu ver este tipo de habilidades são coisas que devem ser consumidas e divulgadas entre paredes e na intimidade do lar. para bem dos catraios e para evitar as cenas ridiculas que os adultos cometem.

sexta-feira, janeiro 25, 2008

concertamentos

ouço amiúde (deixem-se de merdas, um gajo que utiliza esta palavra num blog sem ser para mencionar o para ti maria tem de ter muita nível, carancho!) referir que são gastas muitas horas no sucesso da concertação social.

uma ova, digo-o eu. isso são coisas para meninos. concertação há em versão hardcore em todas as casas com crianças pequenas:

- come-me me a sopa, bruno vanderlei!...
- não!!
- ai!... tenho de me chatear? não vês que a tua irmã já comeu tudo, pá?
- não me interessa.
- ok, deixo-te ver um filme se comeres mais 5 colheres.
- não!
- três colheres, deixo-te ver um filme e ainda te dou um chupa.
- não!
- uma colher, deixo-te ver o filme, dou-te um chupa e poder lamber os restos da chávena de café do pai.
- não!
- caralho mais à canalhada que não há maneira de comer. come-me já a merda da sopa toda se não ainda te enfio a malga goela abaixo!!!!!!!!!
- tá bem.

(berraria em ripite)
(mais uma vitória para o patronato)

coscuvilhices



andava a atrás dele há uns bons 15/18 anos. diria que é o equivalente às crónicas do grande carlos castro mas ..... mas em "bom" e em "realmente importante".

o andy warhol, lembrou-se de tomar nota de todos os seus movimentos, sei lá, nos últimos anos de vida. assim, de 1977 mais coisa menos coisa em diante, tudo o que aconteceu em new york passou por aquele livro. para terem uma ideia, ele anotava o preço das viagens de taxi que fazia para ir a este ou aquele cocktail. um mimo.

é um calhamaço de seiscentas e tal páginas. curiosamente um livro leve num papel e numa fonte tipográfica bestial (adoro estes pormenores gráficos). dá para ler na cama mas acabei por posicioná-lo, ali, junto à sanita, mesmo ao lado da tv mais. estão a ver, não estão?

as coisas que por lá são retratadas são um mimo. está lá mesmo tudo, desde a forma como a bianca jagger descreve a maneira de agarrar um homem logo no primeiro encontro (um simples, mas eficaz, broche), até à discrição das cenas da grace jones e da jackie kennedy no casamento da maria shriver e do scharzenegger, passando pela caricata experiência da recepção do convite para a pomada da tosse do carter, endereçado a mr. and mrs warhol.

tenho ali trabalho para dois anos. mínimo!

elis & tom, assim, mais pernóstico

sempre olhei de soslaio para as críticas ou até mesmo as notícias dos lançamentos de edições de dvd-audio ou mesmo de sacd. muito comentado foi, por exemplo, a criação do dark side of the moon em dvd-audio.

eu tenho alguma dificuldade em distinguir a qualidade sonora quando a coisa atinge um certo nível. dizem-me que não, que as coisas se aprendem a ouvir. que se consegue educar o ouvido a distinguir um címbalo, um efeito sonoro, coisas dessas. já estive perante sistemas sonoros de milhares de contos (eu disse contos e não euros) e aquilo soa-me quase ao mesmo que um mp3 de 320 kbs. eu disse quase, ok? (não me batam, por favor)

já a passagem dum sistema de duas vias para um de seis é outra louça. uma coisa é dizermos: eh pá, aquilo até se sente a bateria a ir da coluna da esquerda para a da direita. outra é estarmos a ver um filme e sentirmos a chuva a cair, ali atrás, mesmo junto à nossa orelha. ou quem diz chuva, diz o estardalhaço que as batalhas do senhor dos anéis fazem quando vemos aquilo com um sistema av fixola.

adiante. bom, a verdade é que dei por mim a ouvir, não muitas vezes, confesso, mas sei lá, umas duas a três vezes por dia, este disco aqui.

e quando procurei, despretensiosamente, mais informações sobre esse disco, descobri que existe uma edição dvd-audio 5.1. reparem, a coisa foi, segundo dizem, magnificamente editada, de forma a tentarem recriar o que aconteceu naquelas sessões de estúdio, lá com a elis, o tom, o césar e mais o resto do maralhal que para lá foi.

não resisti e encomendei a coisa. um mês depois, lá me chegou a casa. aproveitei a distracção da minha filha,

futuros pais (só no masculino. pronto, principalmente no masculino) se julgais que vão conseguir aproveitar a vossa aparelhagem av e os vossos dvd's para curtir aqueles filmes da mesma forma que o faziam (ou fazem) até aqui, esqueçam. isso acabou. ou compram uma casa à parte para poderem matar esse vício de curtir um surroundzinho ou pedem à vossa mulher para ir dar uma volta com a criança (caso ela não tenha ainda marado completamente o aparelho de dvd) para se deleitarem por duas horas a rever a cavalgada das valquírias enquanto o coronel kilgore tenta fazer surf.

posicionei um maplezeco mesmo entre as bowers-wilkins, espacei as jamo lá de trás à mesma distância, fui buscar o resto do tinto do douro (claro!) que restou do jantar e fiquei ali sentado a apreciar a coisa.

que maravilha:
- a elis (adoro como os brasileiros dizem elis, com acento da sílaba final) mesmo à minha frente;
- o piano, o baixo a bateria e a guitarra lá atrás dela e, depois,
- os pífaros (ora não tem mais piada dizer pífaro que flauta?) e os violinos lá atrás de nós.

são umas atrás das outras. até sentimos o respirar dela, os seus lamentos, os seus gestos, os seus sorrisos. o delicioso diálogo que antecede o inútil paisagem....

repito, que maravilha. e depois não é só isso, é mesmo a qualidade de som que aquilo traz. cum caneco. aquilo é supremo.

o disco é perfeito. as músicas são pequeninas, não cansam. tudo ali na casa dos três minutos. muitas nem chegam a isso. repito, é uma experiência do catano.

não percam. quem nunca viu a mulher ao vivo, acreditem, aquilo é o mais próximo que conseguirão.

o meu divã

não me apetece estar para aqui a explicar porque é que não dou muita importância a este meu blog.

no entanto, confesso que fico estranhamente sensibilizado quando o encontro referenciado na lista de favoritos de alguns blogs.

mariquices!

segunda-feira, janeiro 21, 2008

mistérios dos anos 80

nunca cheguei a perceber porque é que os verdadeiros vocalistas das músicas dos milli vanilli, não desataram a fazer uma carreira com o seu próprio nome.

não tinha lógica?


montenegrices

o júlio montenegro - autor dos textos dos concurso da amiga olga - num dos seus concursos lembrou-se de perguntar:

- como se chama o jogador búlgaro do sporting que marcou o golo contra o .....*
- .........
- olhe que o tempo está a passar.....
- vá, eu ajudo, é um jogador muuuuuuuuito rápido.
- ............
- é um jogador veloz.....

toooooong

- ohhhh, perdeu! era o jogador balakov. fica para a próxima.
- já agora, porque é que estava a dizer que era um jogador rapidíiiisimo?
- estava a ajudá-lo, estava a tentar que associasse velocidade com bala, bala da pistola igual a coisa rápida. mas o senhor não apanhou a minha dica. é pena.

maravilha!


* confesso que não me recordo já o nome da equipa. para o efeito é irrelevante.

olguices

num dos "amiga olga", a veterana apresentadora depara-se* com uma concorrente velhota e com um ar simpático:

- então vamos a mais uma pergunta: qual é a capital da espanha? madrid, lisboa ou barcelona?
- ......
- então minha senhora? está a pensar?
- ..... estou com dúvidas.....
- então eu ajudo, começa pela letra éme..
- humm.... (dito assim a medo) marcelona?


* papoila, só comigo! obrigado. mas como eu disse lá atrás, eu não sou exemplo.

m80 - lá estou eu outra vez..

os scorpions* têm um contrato de exclusividade com a m80 ou aquilo os gajos lá da rádio, por vezes, gostam mesmo de ser breguinhas?

* eu bem sei que devia esconder isto do resto do mundo, mas acreditem que eu gosto do lady starlight, do when the smoke is going down. do always somewhere acho que já não gosto e o holiday estou quase, quase a fartar-me dele.