arrepia-me um bocado esta gaita da caixa com o scolari, com o benfica, com o pavilhão do porto..... sei lá, não gosto, pronto!
domingo, setembro 30, 2007
lobos
o luis freitas lobo e o miguel sousa tavares valem pelo dinheiro que se dá na compra do expresso.
o resto, acreditem, não vale um caracol.
o freitas lobo, quando quer e quando não se concentra apenas em palavras difíceis, meus amigos, faz o que quer da crónica desportiva em portugal.
maravilha!
o resto, acreditem, não vale um caracol.
o freitas lobo, quando quer e quando não se concentra apenas em palavras difíceis, meus amigos, faz o que quer da crónica desportiva em portugal.
maravilha!
6 vitórias
é certo que os jogos do clube são apenas vistos por meia dúzias de pategos, como eu, que estão habituados a vencer como quem lava os dentes. mas acreditem, a equipa não está a jogar um chavelho.
e é por isso que isto me assuta: ora se andam a vencer quando jogam mal, como é que será quando desatarem a perder (o que irá obviamente suceder)? conseguiremos passar por cima disto?
ou, como no ano passado, a vantagem que eventualmente conseguiremos até os outros acordarem e até começarmos a perder, será suficiente para uma casual vitória final?
e aqueles reforços..... ai.......
e é por isso que isto me assuta: ora se andam a vencer quando jogam mal, como é que será quando desatarem a perder (o que irá obviamente suceder)? conseguiremos passar por cima disto?
ou, como no ano passado, a vantagem que eventualmente conseguiremos até os outros acordarem e até começarmos a perder, será suficiente para uma casual vitória final?
e aqueles reforços..... ai.......
medo
juro, tenho medo destas aparições do santana.
sério, tenho mesmo medo. primeiro foi a cena com a sic notícias - tadinho do menino -, agora já aparece a dar bitates sobre as eleições, já o ouvi dizer coisas como "disponível para ser presidente de câmara que é um cargo bonito".
as pessoas terem memória curta eu até compreendo e, que remédio, até tolero. não dou é para o peditório das pessoas que não têm cérebro.
e, acreditem, quem credibiliza os santanas deste país têm francamente muito pouco cérebro.
sério, tenho mesmo medo. primeiro foi a cena com a sic notícias - tadinho do menino -, agora já aparece a dar bitates sobre as eleições, já o ouvi dizer coisas como "disponível para ser presidente de câmara que é um cargo bonito".
as pessoas terem memória curta eu até compreendo e, que remédio, até tolero. não dou é para o peditório das pessoas que não têm cérebro.
e, acreditem, quem credibiliza os santanas deste país têm francamente muito pouco cérebro.
a bola é minha
estão a ver aquela cena do puto que desata a jogar à bola sozinho? dá um pontapé para a frente, desata depois a correr para depois defender essa mesma bola, estão a ver?
é mais ou menos isso que me faz lembrar esta coisa do mira amaral e da lusoponte.
ser ministro e administrador assim, também eu, ora.
é mais ou menos isso que me faz lembrar esta coisa do mira amaral e da lusoponte.
ser ministro e administrador assim, também eu, ora.
cavalheiros
esperem a ver se eu percebo:
- se a minha equipa tiver resultados porreiros, se os árbitros fizerem trabalhos que não prejudiquem a minha equipa então serei cavalheiro e direi sempre que as minhas atitudes obrigam-me a nem sequer falar no trabalho da equipa de arbitragem. parece-me ok.
- agora, se a minha equipa já não tiver resultados porreiros, se as equipas de arbitragens desatarem a enganar-se contra a minha equipa, aí já eu posso falar do trabalho dos senhores de preto. quer sobre os meus jogos quer sobre os dos outros.
então ser cavalheiro é isto?
ah se é isto então é fácil ser-se cavalheiro.
- se a minha equipa tiver resultados porreiros, se os árbitros fizerem trabalhos que não prejudiquem a minha equipa então serei cavalheiro e direi sempre que as minhas atitudes obrigam-me a nem sequer falar no trabalho da equipa de arbitragem. parece-me ok.
- agora, se a minha equipa já não tiver resultados porreiros, se as equipas de arbitragens desatarem a enganar-se contra a minha equipa, aí já eu posso falar do trabalho dos senhores de preto. quer sobre os meus jogos quer sobre os dos outros.
então ser cavalheiro é isto?
ah se é isto então é fácil ser-se cavalheiro.
sexta-feira, setembro 28, 2007
heroes
apaixonei-me por ti porque afinal não eras o vácuo que gostavas (ou não te importavas) de demonstrar.
dum momento para o outro mostraste-me palavras giras, frases geniais, atitudes superiores e principalmente eras técnica especializada em arts & crafts.
ontem deste-me a abébia de ler novamente coisas tuas. assim, muitas... "ena, tantos papelinhos!".
e o sorriso que tinha na cara não era mais que um gesto nervoso. o que eu queria facialmente fazer era deixar cair o maxilar inferior e não me preocupar com a baba que escorresse.
tantas palavras, pá. tantas frases boas!!! aquilo parecia... assim... sei lá, quando alguém nos empresta a primeira série do heroes, assim, completa e papamos aquilo de empreitada, sabes? sem estarmos à espera que saia um episódio por semana, estás a topar? foi muito bom.
escreves tão bem, minha menina. nem queiras saber quanto. escreves com nexo, escreves com sentimento, escreves muito bem quando queres apontar o dedo a alguém, escreves muito melhor quando estás triste. mas escreves, escreves coisas difíceis com as palavras mais simples e corriqueiras que para aí há. escreves como quem faz cozinha alentejana: parca de ingredientes mas rica em sabor.
e depois veio a inveja. a inveja de já* não ser destinatário destes teus escritos. a inveja de não fazer parte da lista de endereços destes teus papelinhos.
vamos lá abardinar a coisa um bocado: escreves p'ra caralho!
* reparo que não são só as pessoas que amas (amor de paixão, de língua na boca, dessas coisas) que têm o privilégio de abrir a caixa do correio com coisas tuas. posso pôr o pé na porta e meter a cunha para.... um dia.... quem sabe.... ter também coisas dessas?
dum momento para o outro mostraste-me palavras giras, frases geniais, atitudes superiores e principalmente eras técnica especializada em arts & crafts.
ontem deste-me a abébia de ler novamente coisas tuas. assim, muitas... "ena, tantos papelinhos!".
e o sorriso que tinha na cara não era mais que um gesto nervoso. o que eu queria facialmente fazer era deixar cair o maxilar inferior e não me preocupar com a baba que escorresse.
tantas palavras, pá. tantas frases boas!!! aquilo parecia... assim... sei lá, quando alguém nos empresta a primeira série do heroes, assim, completa e papamos aquilo de empreitada, sabes? sem estarmos à espera que saia um episódio por semana, estás a topar? foi muito bom.
escreves tão bem, minha menina. nem queiras saber quanto. escreves com nexo, escreves com sentimento, escreves muito bem quando queres apontar o dedo a alguém, escreves muito melhor quando estás triste. mas escreves, escreves coisas difíceis com as palavras mais simples e corriqueiras que para aí há. escreves como quem faz cozinha alentejana: parca de ingredientes mas rica em sabor.
e depois veio a inveja. a inveja de já* não ser destinatário destes teus escritos. a inveja de não fazer parte da lista de endereços destes teus papelinhos.
vamos lá abardinar a coisa um bocado: escreves p'ra caralho!
* reparo que não são só as pessoas que amas (amor de paixão, de língua na boca, dessas coisas) que têm o privilégio de abrir a caixa do correio com coisas tuas. posso pôr o pé na porta e meter a cunha para.... um dia.... quem sabe.... ter também coisas dessas?
quinta-feira, setembro 27, 2007
aí estão eles!
eu confesso que fiquei com um pensamento dúbio em relação à cena do santana ontem na sic notícias: não sabia se havia de rir se havia de o respeitar.
vamos lá ver a coisa, ser interrompido para se ver o mourinho chegar ao aeroporto, é de facto algo que já não me admira, é algo que o santana tem razão em achar uma escandaleira. agora ser interrompido pela chegada do mourinho quando se está a falar sobre as directas do psd, meus amigos, eu julgo que para um espectador é um alívio.
a pergunta que eu faço ao santana é a seguinte: quando me interrompias a viagem na alexandre herculano para me dizeres com os teus cartazes que "agora os lisboetas já têm um tapete novo nesta rua" e gastando com isso uma pipa de massa não achas que era também uma escandaleira? era, não era, pá? é o que dá seres vaidoso, vês!
mas voltando ao mourinho, confesso que adorei a expressão com que ele rematou a troca de palavras com os jornalistas lá no aeroporto:
- ...e jogos ao vivo, só estou a pensar ver, sei lá, os do vitória porque toda a gente sabe que é uma questão de paixão, é o clube da minha terra, é um acto de amizade, vou sempre apoiá-los...
- e que comentário faz à vitória deles hoje?
- quem ganhou?
- o setúbal ganhou ao braga dois a zero.
- ai estão eles!
mainada!
vamos lá ver a coisa, ser interrompido para se ver o mourinho chegar ao aeroporto, é de facto algo que já não me admira, é algo que o santana tem razão em achar uma escandaleira. agora ser interrompido pela chegada do mourinho quando se está a falar sobre as directas do psd, meus amigos, eu julgo que para um espectador é um alívio.
a pergunta que eu faço ao santana é a seguinte: quando me interrompias a viagem na alexandre herculano para me dizeres com os teus cartazes que "agora os lisboetas já têm um tapete novo nesta rua" e gastando com isso uma pipa de massa não achas que era também uma escandaleira? era, não era, pá? é o que dá seres vaidoso, vês!
mas voltando ao mourinho, confesso que adorei a expressão com que ele rematou a troca de palavras com os jornalistas lá no aeroporto:
- ...e jogos ao vivo, só estou a pensar ver, sei lá, os do vitória porque toda a gente sabe que é uma questão de paixão, é o clube da minha terra, é um acto de amizade, vou sempre apoiá-los...
- e que comentário faz à vitória deles hoje?
- quem ganhou?
- o setúbal ganhou ao braga dois a zero.
- ai estão eles!
mainada!
e porque sou fã...
... dos bons (mas não sou dos ridículos, ok?) apresento aqui um teledisco do roxanne. os menos distraídos já puderam observar que logo no início aparece uma gargalhada, não já?
eu conto a história.
rezam as crónicas que na altura da gravação do outlandos havia lá no estúdio um piano que ficava localizado por detrás do microfone. ora acontece que quando o sting ia começar a dizer rooooooooooxanne, you don't... dá dois passos atrás e bate com o rabo nas teclas do bicho, fazendo um bóunnnnnn que também se ouve na gravação. a gargalhada foi consequência disso.
aprendam que eu não duro sempre.
eu conto a história.
rezam as crónicas que na altura da gravação do outlandos havia lá no estúdio um piano que ficava localizado por detrás do microfone. ora acontece que quando o sting ia começar a dizer rooooooooooxanne, you don't... dá dois passos atrás e bate com o rabo nas teclas do bicho, fazendo um bóunnnnnn que também se ouve na gravação. a gargalhada foi consequência disso.
aprendam que eu não duro sempre.
o que me chateia...
... não é ser eliminado na primeira eliminatória. o que me chateia não é ser eliminado pelo fátima (quem foi eliminado pelo wrexham depois da final com a juve, fica com o remédio da azia tomado para o resto da vida). o que me chateia, confesso, é que os reforços que comprámos são francamente maus.
e não me venham com merdas que aqueles jogadores não estão habituados a jogar juntos e tal. quando era puto, ganhavam os jogos da bola os gajos que fintavam melhor, corriam mais, e rematavam com mais força e precisão. ontem não foi isso que eu vi. é que se a ideia era terem desempenhos idênticos ao do pessoal da segundona tinham sido mais baratos, certo? pergunto, quantos internacionais estavam ontem no estádio do fátima? e quantos jogavam do lado da equipa da casa?
salve-se o discurso (eu disse discurso) do jesu que não inventou desculpas: perdemos porque jogámos mal.
graças a deus a minha tristeza e ralação nas derrotas não é proporcional à alegria que sinto nas vitórias. estava bem lixado, estava?
p.s.: aquilo na reboleira foi o quê? uma simples distracção e falha do árbitro? e se fosse lá em fátima era o quê? um apito dourado? é para que vejam que estas coisas acontecem a qualquer um. há duvidas que nos leirias - paços de ferreira desse portugal também há erros? acreditem que há, pessoal.
e não me venham com merdas que aqueles jogadores não estão habituados a jogar juntos e tal. quando era puto, ganhavam os jogos da bola os gajos que fintavam melhor, corriam mais, e rematavam com mais força e precisão. ontem não foi isso que eu vi. é que se a ideia era terem desempenhos idênticos ao do pessoal da segundona tinham sido mais baratos, certo? pergunto, quantos internacionais estavam ontem no estádio do fátima? e quantos jogavam do lado da equipa da casa?
salve-se o discurso (eu disse discurso) do jesu que não inventou desculpas: perdemos porque jogámos mal.
graças a deus a minha tristeza e ralação nas derrotas não é proporcional à alegria que sinto nas vitórias. estava bem lixado, estava?
p.s.: aquilo na reboleira foi o quê? uma simples distracção e falha do árbitro? e se fosse lá em fátima era o quê? um apito dourado? é para que vejam que estas coisas acontecem a qualquer um. há duvidas que nos leirias - paços de ferreira desse portugal também há erros? acreditem que há, pessoal.
polícia municipal de oeiras
o bilhete não custou os quatrocentos e tal paus do concerto de há trinta anos (curiosamente também em setembro) (que eu não vi, obviamente), os gajos não acabaram a noite no jamaica como essa altura, poder-se-à dizer que não têm o mesmo pedal que tinham quando pisaram o palco do restelo, mas...
mas este set-list foi seguramente melhor - é preciso ver que quando eles cá estiveram o zenyattà estava quase a sair, o ghost in the machine (o meu favorito) ainda não sabia o que era existir e o synchronicity ainda andava de colhão para colhão - e também muito mais bem executado e com um som bem melhor.
e pronto, não há muito mais a dizer. diria ainda assim que:
- o sting devia ser francamente proibido de tocar a solo. porque sozinho é uma real seca - em ex aequo talvez com o represas - e tem um reportório que não lembra o diabo. pronto, ok, salva-se o nothing like the sun.
- se calhar teria trocado o truth hits everybody ou o hole in my life pelo canary in coalmine e obviamente pela spirits in the material world. mas gaita, eu já sei que não há concertos perfeitos. e também sei que com a idade é sempre bom haver um grupinho de duas ou três músicas más para que possamos ir nas calmas às imperiais e aos mijatórios.
- eu nunca vi um baterista como copeland. eu não percebo rigorosamente nada de bateria. eu sei é que não há mais nenhum outro baterista que toque assim, que toque daquela forma, que faça o som que ele faz. gosto, francamente gosto. e já agora, perdoem-me a heresia, mas eu não tenho francamente paciência nenhuma para solos de bateria à lá bonham (ok, podem começar a mandar pedras) e van halen.
- gostava de ter visto este concerto sem estes tiques de novo riquismo, com bilhetes relvado e relvado vip. gostava que fosse à antiga: relvado, bancada e bancada nova. quem chegasse primeiro ficava mais à frente. há dúvidas?
- o de do do do do, de da da da é uma canção ridícula que devia ser erradicada da face da rádio.
- o every breath you take já chateia, não já?
- já disse que o sting sem o summers e sem o copeland não tem piada nenhuma?
ó nápoles, desculpa amigo, eu para estas coisas dos concertos só levo bilhete e dinheiro para cerveja. desta vez nem chaves do carro carreguei porque fui de quimboio, vê lá tu bem. agora pensa, achas que levo telefone para estas coisas?
e pronto, num concerto francamente bom e que me fez quase ir às lágrimas quando senti cá dentro o "though i've tried before to tell her of the feelings i've for her in my heart...", presto aqui homenagem à minha musica mais picheleira que eles têm.
respeito
mas este set-list foi seguramente melhor - é preciso ver que quando eles cá estiveram o zenyattà estava quase a sair, o ghost in the machine (o meu favorito) ainda não sabia o que era existir e o synchronicity ainda andava de colhão para colhão - e também muito mais bem executado e com um som bem melhor.
e pronto, não há muito mais a dizer. diria ainda assim que:
- o sting devia ser francamente proibido de tocar a solo. porque sozinho é uma real seca - em ex aequo talvez com o represas - e tem um reportório que não lembra o diabo. pronto, ok, salva-se o nothing like the sun.
- se calhar teria trocado o truth hits everybody ou o hole in my life pelo canary in coalmine e obviamente pela spirits in the material world. mas gaita, eu já sei que não há concertos perfeitos. e também sei que com a idade é sempre bom haver um grupinho de duas ou três músicas más para que possamos ir nas calmas às imperiais e aos mijatórios.
- eu nunca vi um baterista como copeland. eu não percebo rigorosamente nada de bateria. eu sei é que não há mais nenhum outro baterista que toque assim, que toque daquela forma, que faça o som que ele faz. gosto, francamente gosto. e já agora, perdoem-me a heresia, mas eu não tenho francamente paciência nenhuma para solos de bateria à lá bonham (ok, podem começar a mandar pedras) e van halen.
- gostava de ter visto este concerto sem estes tiques de novo riquismo, com bilhetes relvado e relvado vip. gostava que fosse à antiga: relvado, bancada e bancada nova. quem chegasse primeiro ficava mais à frente. há dúvidas?
- o de do do do do, de da da da é uma canção ridícula que devia ser erradicada da face da rádio.
- o every breath you take já chateia, não já?
- já disse que o sting sem o summers e sem o copeland não tem piada nenhuma?
ó nápoles, desculpa amigo, eu para estas coisas dos concertos só levo bilhete e dinheiro para cerveja. desta vez nem chaves do carro carreguei porque fui de quimboio, vê lá tu bem. agora pensa, achas que levo telefone para estas coisas?
e pronto, num concerto francamente bom e que me fez quase ir às lágrimas quando senti cá dentro o "though i've tried before to tell her of the feelings i've for her in my heart...", presto aqui homenagem à minha musica mais picheleira que eles têm.
respeito
ashes to ashes, funk to funky
"lembra-te ó homem que és pó e em pó te hás-de voltar". era com estas palavras do génesis que na quarta-feira de cinzas recebíamos umas pitadas daquele pó cinzento na cabeça. tenho-me lembrado diariamente delas desde que na minha casa se iniciaram as obras. já lá vão quase três meses e não vejo maneira daquilo apagar.
tem sido a minha penitência do ano. e da mesma forma que recebíamos as cinzas na tola em sinal de penitência também eu sinto aquele pó a pairar por tudo o que é sítio como símbolo do catano do esforço que temos de fazer enquanto as obras não terminam: são os orçamentos, são as dúvidas dos pedreiros, são os atrasos do pessoal da cozinha, são os electrodomésticos que vêm avariados, é a arquitecta que.... nah, essa não, essa é perfeita, são os azulejos que demoram a vir, são as ventax, os espelhos, os corrimãos, os pontos de luz, as coisas do ikea que estão esgotadas (odeio o ikea), os cortinados que não há (odeio cortinados) e... e o pó. o raça do pó teima em estar em tudo o que é sítio.
estou farto, mas fartinho de pó.
acho que devia haver alguma assistência psicológica à coisa. francamente, trauma das obras é algo que nos afecta a todos um bocadinho.
a mim afecta-me muuuuuito.
tem sido a minha penitência do ano. e da mesma forma que recebíamos as cinzas na tola em sinal de penitência também eu sinto aquele pó a pairar por tudo o que é sítio como símbolo do catano do esforço que temos de fazer enquanto as obras não terminam: são os orçamentos, são as dúvidas dos pedreiros, são os atrasos do pessoal da cozinha, são os electrodomésticos que vêm avariados, é a arquitecta que.... nah, essa não, essa é perfeita, são os azulejos que demoram a vir, são as ventax, os espelhos, os corrimãos, os pontos de luz, as coisas do ikea que estão esgotadas (odeio o ikea), os cortinados que não há (odeio cortinados) e... e o pó. o raça do pó teima em estar em tudo o que é sítio.
estou farto, mas fartinho de pó.
acho que devia haver alguma assistência psicológica à coisa. francamente, trauma das obras é algo que nos afecta a todos um bocadinho.
a mim afecta-me muuuuuito.
segunda-feira, setembro 24, 2007
é pior a emenda que o "saboneto"
na semana passada aconteceu um mix do que tinha falado aqui: apanhei um caixa maricas.
recolhia os defeitos em vez das virtudes: a simpatia parva das meninas (reparem, eu quero dizer que a maioria tem uma simpatia, digamos, natural) com a estupidez e a desorganização dos homens caixa.
recolhia os defeitos em vez das virtudes: a simpatia parva das meninas (reparem, eu quero dizer que a maioria tem uma simpatia, digamos, natural) com a estupidez e a desorganização dos homens caixa.
encomium
em meados da década de noventa, andava eu a passear pela baixa de coimbra quando me lembro de entrar numa discoteca que havia (há?) ali na ferreira borges. quase sem querer, dou de trombas com um disco de tributo aos zeppelin. como era caro como o catano, voltei a colocá-lo na prateleirinha.
uma das músicas que lá estava até acabou por ter algum sucesso, falo do d'yer mak'er cantado pela sheryl "valentes pernões" crow.
aqui há coisa de dias, apareceu-me em casa o tal disquinho. que maravilha de tributo. uma coisa porreira, bem interpretada e tal.
dele, realço duas cantigazinhas: o misty mountain hop com a linda perry a abrir as goelas como manda a lei
e o, já aqui referido um dia, going to california cantado pelos never the bride. pois está aqui demonstrado que se quiserem realmente prestar tributos aos led zeppelin, esqueçam vozes masculinas. meus amigos, esqueçam a coisa, não conheço homens que cantem aquelas músicas como o plant.
agora aceito, aceito sim senhor que estes dois exemplos que aqui deixei me enchem bem as medidas. siga a música!
eu queria que tomassem atenção ao facto desta versão da linda perry ser uma coisa de estúdio. agora a dos never the bride nem por isso. é seca, crua, boa! (e tem um erro e tudo).
jóinha!
uma das músicas que lá estava até acabou por ter algum sucesso, falo do d'yer mak'er cantado pela sheryl "valentes pernões" crow.
aqui há coisa de dias, apareceu-me em casa o tal disquinho. que maravilha de tributo. uma coisa porreira, bem interpretada e tal.
dele, realço duas cantigazinhas: o misty mountain hop com a linda perry a abrir as goelas como manda a lei
e o, já aqui referido um dia, going to california cantado pelos never the bride. pois está aqui demonstrado que se quiserem realmente prestar tributos aos led zeppelin, esqueçam vozes masculinas. meus amigos, esqueçam a coisa, não conheço homens que cantem aquelas músicas como o plant.
agora aceito, aceito sim senhor que estes dois exemplos que aqui deixei me enchem bem as medidas. siga a música!
eu queria que tomassem atenção ao facto desta versão da linda perry ser uma coisa de estúdio. agora a dos never the bride nem por isso. é seca, crua, boa! (e tem um erro e tudo).
jóinha!
ajudem-me a perceber o mundo
"A FPF não castigou o Zequinha. Apenas recomendou aos seleccionadores que não o convocassem por um ano e, mesmo que o quisesse suspender, não o poderia fazer, já que o jogador não poderia ser punido duas vezes."
que merda é esta?
vamos lá a ver se nos entendemos: eu estou-me cagando para o zéquinha, para o que o zéquinha fez, para o que o zéquinha deixou de fazer. eu nunca vi sequer jogar o zéquinha.... eu gostava era de perceber esta coisa do "não castigo"? será mais ou menos como: eu até te deixava ires lá jantar a casa, mas como não te convido....?
é?
que merda é esta?
vamos lá a ver se nos entendemos: eu estou-me cagando para o zéquinha, para o que o zéquinha fez, para o que o zéquinha deixou de fazer. eu nunca vi sequer jogar o zéquinha.... eu gostava era de perceber esta coisa do "não castigo"? será mais ou menos como: eu até te deixava ires lá jantar a casa, mas como não te convido....?
é?
sexta-feira, setembro 21, 2007
a malta da cola
a actividade profissional dos meus pais era feita, digamos entre - as nossas - portas. eu tomava o pequeno-almoço na loja, almoçava na loja, jantava na loja, etc...
enquanto a minha mãe preparava o jantar, eu e a minha irmã, estávamos incumbidos de despejar as várias latas individuais de cola - eram na realidade antigas latas de salsichas. nobre, na certa - que a minha mãe e as restantes costureiras utilizavam durante o dia, para dentro dum latão que levava para aí uns dez litros da coisa.
a cola que eles utilizavam e que a minha mãe, apesar de reformada - coitada - ainda utiliza, é assim a modes que do género daquela castanha. da cola tudo, estão a ver?
ora, era habitual, aí desde os meus... sei lá, quatro ou cinco anos, fazermos - eu e a minha irmã - grandes sessões de snifadelas dos restos das latas, até ficarmos tontos e nos rirmos que nem uns perdidos.
e claro, só anos mais tarde é que eu percebi que o que eu e a minha irmã fazíamos era apanhar valentes pedradas de droga. pode-se, assim, depreender que esta minha nóia - e da minha irmã, e da minha irmã - tem origem no facto de eu ser um ex-toxicodependente, vulgo drógádo (este acento é mesmo assim, na minha terra, diz-se drógádo, ok?), do ramo da cola, sub-ramo snifadelas.
é claro que a minha mãe chegava-nos a roupa ao pêlo e avisava-nos que aquilo não se fazia. que me lembre foi a única preocupação de monta que a minha mãe teve. por isso, sempre andei na rua (quando havia ordeca, obviamente) por sítios que nem lembram o diabo - ó pessoal, vocês deixavam os vossos filhos de oito e nove anos irem para o túnel da bruxa? -; sempre comi aquelas, sei lá, seis, sete, oito sandes de manteiga e açucar, todas de seguida e ao lanche; sempre comi rios e rios de açúcar, e apesar de todo este passado, desde que siga a medicamentação, conseguirei sair do miguel bombarda, se tudo correr bem, mais coisa menos coisa quando terminar o castigo do scolari. foi pelo menos o que lá os senhores disseram.
ah, e para infelicidade dos meus amigos, tresandava a chulé.
lembrei-me disto esta semana durante a reunião de pais lá na escolinha da minha filha. é que às tantas aconteceram duas ou três cenas que me fizeram abanar para cima e para baixo a cabeça e pensar:
" - realmente, escolhi (quem me conhece sabe que isto é mentira. eu não escolhi rigorosamente nada, ela é que apontou o dedo e disse: ó coisinho, 'bora lá fazer uma filha que o meu relógio biológico.....) mesmo bem o raio da mãe da minha cuca.
cena 1)
nas apresentações
olá, eu sou o pedro, tenho 38 anos (nesta altura as mulheres viraram todas a cara para a minha direcção e fizeram aquele ar invejoso de "só???? ai querido, ouça (sabem como é que se diz este ouça, não sabem?) está muito bem conservadote, sabe?) e sou o pai da beatriz
há uma mãe que se lembra de dizer "eu sou a _____, sou a mãe da ____ e queria aproveitar a oportunidade de agradecer às educadoras, vigilantes, auxiliares, etc... e demais responsáveis da escola, porque com o seu inexcedível trabalho ao longo destes três anos, fizeram da minha filha o ser maravilhoso e fantástico em que se tornou e que está à vista de todos vós".
ora aquilo que inicialmente parecia ser um elogio ao pessoal docente, acabou por ser um elogia, parvalhote, à sua filha. graças a deus que quer o pessoal da escola, quer os restantes pais, se estiveram literalmente cagando para aquelas palavras. aquilo entrou a cem e saiu a mil. apeteceu-me rir muito alto - vocês sabem como eu sou!
cena 2)
às tantas fala-se da ementa da escola e há uma mãe que tem a infeliz ideia de se "queixar" - duma forma profundamente educada e correcta, é certo - sobre a sobremesa. verificava ela que a mesma ou era constituída por doce ou por fruta. ora se o seu bento filho não comia doces, nos dias em que não havia fruta, como é que era?
mais, sendo a sobremesa constituída por doce, como é que ela poderia saber se o seu excelso rebento poderia ou não comer um doce ao jantar? sim, porque tendo já comido durante o dia....
mais ainda, verificou também que ao lanche, volta e meia, há o costume de barrar o pão com tulicreme. ora se essas coisas estão completamente proibidas de lá entrar lá em casa, de que forma é que a escola estava a pensar contornar o problema?
uma das respostas que eu mais gostei foi a da educadora:
- olhe (e a mãe olhou!), eu inté, se fosse cá eu a mandar sabe, ainda besuntava mais o pão com tulicreme. aquilo havia de ser do género de a malta trincar e sujar os dedos e as mãos com o chocolate que escorresse do pão! ó senhora, tenha lá paciência, mas acha que o que a escola besunta de tulicreme no pão, é suficiente para intoxicar o miúdo? aquilo quase nem se vê, pá.
cena 3)
às tantas há uma mãe que utiliza a seguinte frase:
reparem bem nas palavrinhas que a iluminada escolheu. e não se esqueçam que estamos a falar de crianças com três anos. repito, três anos.
"sabendo que esta escola tem como linha vocacional pedagógica a "iniciativa", de que forma é ela incutida às crianças?"
não aguentei, fingi que queria cagar e fui-me rir para o corredor!
se fosse eu a mandar, obrigava o bin laden a queimar tudo o que são libros do brazelcoiso e afins. estas gajas não podiam começar a coçá-la em vez de gastar tempo a ler estas merdas? mas de onde é que elas retiram isto? da pais & filhos? de onde, de onde? repito só mais um 'cadinho "linha vocacional pedagógica"
tirem-me deste filme, sim?
ó mana, traz lá a cola outra vez.
enquanto a minha mãe preparava o jantar, eu e a minha irmã, estávamos incumbidos de despejar as várias latas individuais de cola - eram na realidade antigas latas de salsichas. nobre, na certa - que a minha mãe e as restantes costureiras utilizavam durante o dia, para dentro dum latão que levava para aí uns dez litros da coisa.
a cola que eles utilizavam e que a minha mãe, apesar de reformada - coitada - ainda utiliza, é assim a modes que do género daquela castanha. da cola tudo, estão a ver?
ora, era habitual, aí desde os meus... sei lá, quatro ou cinco anos, fazermos - eu e a minha irmã - grandes sessões de snifadelas dos restos das latas, até ficarmos tontos e nos rirmos que nem uns perdidos.
e claro, só anos mais tarde é que eu percebi que o que eu e a minha irmã fazíamos era apanhar valentes pedradas de droga. pode-se, assim, depreender que esta minha nóia - e da minha irmã, e da minha irmã - tem origem no facto de eu ser um ex-toxicodependente, vulgo drógádo (este acento é mesmo assim, na minha terra, diz-se drógádo, ok?), do ramo da cola, sub-ramo snifadelas.
é claro que a minha mãe chegava-nos a roupa ao pêlo e avisava-nos que aquilo não se fazia. que me lembre foi a única preocupação de monta que a minha mãe teve. por isso, sempre andei na rua (quando havia ordeca, obviamente) por sítios que nem lembram o diabo - ó pessoal, vocês deixavam os vossos filhos de oito e nove anos irem para o túnel da bruxa? -; sempre comi aquelas, sei lá, seis, sete, oito sandes de manteiga e açucar, todas de seguida e ao lanche; sempre comi rios e rios de açúcar, e apesar de todo este passado, desde que siga a medicamentação, conseguirei sair do miguel bombarda, se tudo correr bem, mais coisa menos coisa quando terminar o castigo do scolari. foi pelo menos o que lá os senhores disseram.
ah, e para infelicidade dos meus amigos, tresandava a chulé.
lembrei-me disto esta semana durante a reunião de pais lá na escolinha da minha filha. é que às tantas aconteceram duas ou três cenas que me fizeram abanar para cima e para baixo a cabeça e pensar:
" - realmente, escolhi (quem me conhece sabe que isto é mentira. eu não escolhi rigorosamente nada, ela é que apontou o dedo e disse: ó coisinho, 'bora lá fazer uma filha que o meu relógio biológico.....) mesmo bem o raio da mãe da minha cuca.
cena 1)
nas apresentações
olá, eu sou o pedro, tenho 38 anos (nesta altura as mulheres viraram todas a cara para a minha direcção e fizeram aquele ar invejoso de "só???? ai querido, ouça (sabem como é que se diz este ouça, não sabem?) está muito bem conservadote, sabe?) e sou o pai da beatriz
há uma mãe que se lembra de dizer "eu sou a _____, sou a mãe da ____ e queria aproveitar a oportunidade de agradecer às educadoras, vigilantes, auxiliares, etc... e demais responsáveis da escola, porque com o seu inexcedível trabalho ao longo destes três anos, fizeram da minha filha o ser maravilhoso e fantástico em que se tornou e que está à vista de todos vós".
ora aquilo que inicialmente parecia ser um elogio ao pessoal docente, acabou por ser um elogia, parvalhote, à sua filha. graças a deus que quer o pessoal da escola, quer os restantes pais, se estiveram literalmente cagando para aquelas palavras. aquilo entrou a cem e saiu a mil. apeteceu-me rir muito alto - vocês sabem como eu sou!
cena 2)
às tantas fala-se da ementa da escola e há uma mãe que tem a infeliz ideia de se "queixar" - duma forma profundamente educada e correcta, é certo - sobre a sobremesa. verificava ela que a mesma ou era constituída por doce ou por fruta. ora se o seu bento filho não comia doces, nos dias em que não havia fruta, como é que era?
mais, sendo a sobremesa constituída por doce, como é que ela poderia saber se o seu excelso rebento poderia ou não comer um doce ao jantar? sim, porque tendo já comido durante o dia....
mais ainda, verificou também que ao lanche, volta e meia, há o costume de barrar o pão com tulicreme. ora se essas coisas estão completamente proibidas de lá entrar lá em casa, de que forma é que a escola estava a pensar contornar o problema?
uma das respostas que eu mais gostei foi a da educadora:
- olhe (e a mãe olhou!), eu inté, se fosse cá eu a mandar sabe, ainda besuntava mais o pão com tulicreme. aquilo havia de ser do género de a malta trincar e sujar os dedos e as mãos com o chocolate que escorresse do pão! ó senhora, tenha lá paciência, mas acha que o que a escola besunta de tulicreme no pão, é suficiente para intoxicar o miúdo? aquilo quase nem se vê, pá.
cena 3)
às tantas há uma mãe que utiliza a seguinte frase:
reparem bem nas palavrinhas que a iluminada escolheu. e não se esqueçam que estamos a falar de crianças com três anos. repito, três anos.
"sabendo que esta escola tem como linha vocacional pedagógica a "iniciativa", de que forma é ela incutida às crianças?"
não aguentei, fingi que queria cagar e fui-me rir para o corredor!
se fosse eu a mandar, obrigava o bin laden a queimar tudo o que são libros do brazelcoiso e afins. estas gajas não podiam começar a coçá-la em vez de gastar tempo a ler estas merdas? mas de onde é que elas retiram isto? da pais & filhos? de onde, de onde? repito só mais um 'cadinho "linha vocacional pedagógica"
tirem-me deste filme, sim?
ó mana, traz lá a cola outra vez.
gosto de pessoal que não perde tempo
acabo de passar pelo centro de emprego de cascais. na fila, lá estava o mourinho. não estava de sobretudo.
quinta-feira, setembro 20, 2007
bai da uei
existem comments por causa dos posts ou existem posts para que haja comments?
eu sugiro que haja blogs com posts em branco.
olha, é já a seguir: vou fazer um post em branco e depois, quem quiser vai lá comentar o que quiser. é que dá a ideia que as pessoas têm mesmo um blog somente para que haja alguém que comente. quer o post dê azo a que se faça isto
comentar
■ verbo
transitivo direto
1 tornar inteligível ou interpretar por meio de comentário escrito ou falado
Ex.: na primeira aula, comentou os vilancetes camonianos
transitivo direto e bitransitivo
2 conversar sobre, discutir acerca de
Ex.: c. (com o amigo) a vida que se vai vivendo
transitivo direto
3 fazer uma apreciação crítica
Ex.: o examinador comentou a prova escrita dos alunos
transitivo direto
4 tecer observações mais ou menos malévolas, maliciosas
Ex.: c. a vida alheia
ou não. e pronto, comentam. mesmo que haja comentários que não tenham nada a ver com o post. é uma espécie de:
- quaresma, as questões tácticas vieram modificar a vossa forma de defender?
- nahhh, a equipa tem é de levantar a cabeça e olhar para a frente!
eu sugiro que haja blogs com posts em branco.
olha, é já a seguir: vou fazer um post em branco e depois, quem quiser vai lá comentar o que quiser. é que dá a ideia que as pessoas têm mesmo um blog somente para que haja alguém que comente. quer o post dê azo a que se faça isto
comentar
■ verbo
transitivo direto
1 tornar inteligível ou interpretar por meio de comentário escrito ou falado
Ex.: na primeira aula, comentou os vilancetes camonianos
transitivo direto e bitransitivo
2 conversar sobre, discutir acerca de
Ex.: c. (com o amigo) a vida que se vai vivendo
transitivo direto
3 fazer uma apreciação crítica
Ex.: o examinador comentou a prova escrita dos alunos
transitivo direto
4 tecer observações mais ou menos malévolas, maliciosas
Ex.: c. a vida alheia
ou não. e pronto, comentam. mesmo que haja comentários que não tenham nada a ver com o post. é uma espécie de:
- quaresma, as questões tácticas vieram modificar a vossa forma de defender?
- nahhh, a equipa tem é de levantar a cabeça e olhar para a frente!
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